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crueldade

Comerciante tem 30% do corpo queimado durante discussão

Mulher que jogou gasolina e ateou fogo contra a vítima foi presa em flagrante

Um comerciante de 56 anos teve 30% do corpo queimado durante uma discussão ocorrida na noite desta segunda-feira (12), em uma olaria às margens da rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), no bairro Lajeadinho, em Penápolis. Uma mulher, de 56, foi presa em flagrante.

Ela, que confessou o crime, jogou gasolina e ateou fogo contra a vítima. O homem teve queimaduras de 2º e 3º graus e seria transferido para um hospital especializado. De acordo com o boletim de ocorrência, o caso ocorreu por volta das 20h.

A vítima contou que mora na olaria e, no período da tarde, a mulher o procurou, reclamando que alguns porcos tinham danificado o encanamento de água da residência dela. O comerciante explicou que os suínos não lhe pertenciam, mas que falaria com o proprietário sobre o problema.

Mais tarde, ela voltou e, por motivos a serem apurados, jogou gasolina contra a vítima, ateando-lhe fogo. Vizinhos que viram a vítima em chamas conseguiram apagar, levando-o ao pronto-socorro. Na unidade, foi constatado que o comerciante teve queimaduras de 2º e 3º graus em 30% do corpo, atingindo cabeça, peito e braços.

Defesa

Policiais foram até o PS e, após ouvirem a vítima, se dirigiram à olaria, encontrando o copo com resquícios do combustível e um isqueiro, além da camisa queimada. Equipe do IC (Instituto de Criminalística) esteve no local realizando perícia.

Buscas foram feitas na cidade, encontrando a mulher no bairro Gualter Monteiro. Questionada sobre o caso, ela disse que jogou gasolina contra o comerciante para se defender, o que foi negado pela vítima. A acusada recebeu voz de prisão e foi levada ao plantão policial para prestar esclarecimentos.

Após ser ouvida e por se tratar de crime inafiançável, seria encaminhada para uma unidade prisional da região. O BO foi registrado como tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil e com emprego de meio insidioso ou cruel, que resulte perigo comum. (Por: Ivan Ambrósio / Jornal Interior)

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