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Saúde

Entenda como é feita a gestão de leitos de UTI em SP durante a pandemia

Governo do Estado ampliou rede de atendimento; hospitais públicos e privados também podem ajustar vagas de acordo com a demanda

O Governo de São Paulo está ampliando a rede hospitalar em todo o estado para assegurar atendimento pacientes com coronavírus. É importante esclarecer que hospitais públicos e privados têm planos de contingência contra a pandemia e ajustam estratégias diárias em função da demanda.

Eventualmente, portanto, leitos extras são ativados para garantir a organização e assistência da rede de saúde. Esses mesmos leitos também pode ser redirecionados quando, e se necessário, para atendimento a pacientes de outras doenças.

Antes do início da pandemia, decretada pela Organização Mundial da Saúde em 11 de março, o estado de São Paulo contava com 3,5 mil leitos de UTI (Unidade de Tratamento intensivo). Atualmente, são 7.610 unidades. Esse tipo de leito é necessário para atendimento aos pacientes mais graves da COVID-19.

Parte do atendimento é realizada em parceria com hospitais da rede privada. Em 20 de maio, o Estado anunciou a contratação de 1,5 mil leitos de UTI para atendimento exclusivo de casos suspeitos ou confirmados de contaminação pelo coronavírus.

A entrega de mais respiradores para hospitais públicos, privados e filantrópicos em todas as regiões do estado também permite a criação de novos leitos de UTI. Até 15 de junho, o Governo de São Paulo recebeu 2.360 respiradores para ampliar o atendimento a pacientes graves de COVID-19.

A distribuição dos respiradores adota critérios técnicos e é feita para locais com maior demanda de internações causadas pelo coronavírus e com estrutura para novos leitos, permitindo ampliação da capacidade de atendimento da rede pública de saúde. Com a chegada de mais respiradores, a rede permanece em ampliação.

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