- Homem de 57 anos foi encontrado desacordado e com ferimentos graves em Auriflama.
- Vítima sofreu traumatismo craniano, foi internada na UTI e morreu na Santa Casa de Araçatuba.
- Médicos levantaram as hipóteses de queda ou espancamento, e a Polícia Civil apura as circunstâncias da morte.
Um homem de 57 anos morreu na terça-feira (3), na Santa Casa de Araçatuba, após ser encontrado desacordado e com ferimentos graves em Auriflama (SP). A vítima apresentava traumatismo craniano, lesões no rosto e escoriações pelo corpo. A Polícia Civil registrou o caso como morte suspeita, diante da possibilidade de queda ou espancamento.
De acordo com o boletim de ocorrência, o homem foi encontrado no domingo (1º). Familiares relataram que ele estava caído e desacordado no quintal da própria residência, localizada na Rua José Barbosa, no Centro de Auriflama.
Um familiar acionou o serviço de ambulância, que socorreu a vítima e a encaminhou ao Pronto-Socorro de Auriflama. Devido à gravidade dos ferimentos, o homem foi transferido no mesmo dia para a Santa Casa de Araçatuba, onde chegou intubado.
Vítima sofreu traumatismo craniano
Conforme o registro policial, o atendimento hospitalar identificou traumatismo cranioencefálico (TCE), trauma facial e escoriações pelo corpo. O prontuário também levantou a possibilidade de politraumatismo e agressão física.
O paciente foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na segunda-feira (2). Apesar do atendimento médico, ele morreu no dia seguinte, às 17h25.
Polícia apura possibilidade de espancamento
O boletim aponta uma divergência sobre as circunstâncias em que o homem foi encontrado. Enquanto os familiares afirmaram que ele estava desacordado no quintal da residência, o histórico hospitalar menciona que a vítima teria sido localizada em via pública.
O médico responsável pelo documento de encaminhamento apontou como possíveis causas dos ferimentos uma queda da própria altura ou espancamento, sem estabelecer uma conclusão sobre o que aconteceu.
Diante das circunstâncias, a Polícia Civil registrou a morte como suspeita e requisitou exame necroscópico ao Instituto Médico Legal (IML), para auxiliar no esclarecimento do caso.

