Cerca de 10 alunos passaram mal nesta quarta-feira (7) após comerem um bolo levado por um dos estudantes para a Escola Estadual Professora Cristina de Castro Paes, no Jardim Helena, zona leste de São Paulo. As crianças, com aproximadamente 10 anos, apresentaram sintomas como dor de barriga e mal-estar e receberam atendimento médico.
A quantidade exata de estudantes atendidos ainda não havia sido confirmada pelas autoridades. Segundo informações da Polícia Militar, o número de crianças envolvidas era de aproximadamente 10.
O bolo teria sido preparado pela mãe de um dos alunos e compartilhado com os colegas. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o alimento foi levado para a escola sem autorização da unidade de ensino.
Após o consumo, parte dos estudantes começou a apresentar sintomas e a equipe escolar acionou o socorro. As crianças foram encaminhadas para uma unidade de saúde da região e permaneciam em condição estável, segundo a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.
Alimento será analisado
A Unidade Regional de Ensino Leste 2 informou que os estudantes apresentaram indícios de intoxicação e que o quadro de saúde deles era estável. A direção da escola registrou um boletim de ocorrência e disponibilizou uma amostra do bolo para análise pericial.
A perícia deverá ajudar a esclarecer o que provocou os sintomas apresentados pelas crianças. Até o momento, não havia confirmação oficial sobre a causa do mal-estar.
A Polícia Militar também foi acionada e auxiliou no atendimento aos estudantes. Conforme as informações policiais, duas das crianças atendidas são filhas da mulher que preparou o bolo.
Mãe foi levada para prestar esclarecimentos
A mãe responsável pelo preparo do alimento foi encaminhada ao 63º Distrito Policial (Vila Jacuí), onde prestou esclarecimentos sobre o caso.
A Polícia Civil solicitou perícia no alimento e na escola para auxiliar na investigação. Até a publicação desta reportagem, não havia informação oficial que apontasse que o alimento tivesse sido contaminado de forma intencional.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo foi procurada para informar detalhes sobre a investigação e eventual registro da ocorrência, mas ainda não havia apresentado manifestação até a atualização das informações.
A Secretaria da Educação informou que a unidade escolar permanece à disposição das autoridades e da comunidade escolar para prestar os esclarecimentos necessários.
O caso segue em investigação, e os resultados da perícia deverão contribuir para esclarecer a origem dos sintomas apresentados pelos estudantes.

