Equipes da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) trabalham neste domingo (27) na retirada de resíduos provocados pelo tombamento de uma carreta carregada com óleo diesel na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-225), em Piratininga (SP). O acidente aconteceu na manhã de sábado (26) e provocou a interdição do trecho por mais de 24 horas.
Até a última atualização das autoridades, a alça de acesso localizada no km 244 permanecia parcialmente interditada para a continuidade dos trabalhos de limpeza e remoção dos resíduos.
Segundo informações do Centro de Monitoramento da Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), a carreta seguia no sentido leste da rodovia quando acessou a alça no km 244.
Durante a subida, o veículo teria perdido força e começado a descer de ré. Na descida, a segunda composição da carreta se desprendeu e o conjunto ficou em formato de “L”. Com o movimento, parte da carreta tombou e houve derramamento de parte da carga de óleo diesel na pista.
Transbordo da carga foi iniciado no sábado
Após o acidente, equipes foram acionadas para controlar a ocorrência e realizar o transbordo da carga.
Os trabalhos começaram ainda no sábado, mas precisaram ser retomados neste domingo. Equipes da Cetesb atuam na retirada dos resíduos e na limpeza da área atingida pelo derramamento.
A presença do combustível exigiu a atuação da companhia ambiental para evitar que os resíduos permanecessem no local e para realizar os procedimentos necessários após o acidente. A ocorrência também provocou reflexos no trânsito, com a manutenção da interdição parcial da alça de acesso.
Motorista não ficou ferido
Apesar do tombamento e do derramamento de óleo diesel, o motorista da carreta não sofreu ferimentos. As circunstâncias do acidente e os procedimentos de limpeza seguem sendo acompanhados pelas equipes responsáveis.
A orientação aos motoristas é de atenção ao passar pelo trecho, devido à interdição parcial da alça de acesso no km 244 da SP-225. As informações sobre a ocorrência foram divulgadas pelo Centro de Monitoramento da Artesp e também repercutidas por veículos de comunicação da região.

