Uma operação da Polícia Civil realizada na tarde da última quarta-feira (8) resultou na prisão em flagrante de uma mulher de 33 anos, do companheiro dela, de 28, e do irmão, de 25, investigados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico em Penápolis. A ação ocorreu no bairro Rosa Alberton, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão expedido pelo Poder Judiciário.
A operação foi coordenada pelo delegado Thales Eduardo Anhesini, titular do 1º Distrito Policial de Penápolis, com apoio de investigadores da unidade, policiais civis da Delegacia de Avanhandava e da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).
Ao chegarem ao imóvel, por volta das 16h, os policiais realizaram uma campana para monitorar a movimentação no local. Durante a observação, os investigadores identificaram uma movimentação considerada compatível com a comercialização de entorpecentes, incluindo a entrega de um objeto a uma pessoa que deixou o endereço logo em seguida.
Diante dos indícios, as equipes entraram no imóvel para cumprir o mandado. Nas buscas, foram localizadas porções de crack, cocaína e maconha, além de dinheiro em espécie, aparelhos celulares e materiais normalmente utilizados para o preparo, fracionamento e embalagem de drogas destinadas à venda.
Durante a abordagem, um dos investigados tentou se desfazer de uma porção de crack, lançando o entorpecente no vaso sanitário. A droga foi localizada pelos policiais e, conforme registrado na ocorrência, o suspeito admitiu que tentou eliminar a prova.
Outro investigado assumiu a propriedade de parte do entorpecente apreendido e informou que uma pedra de crack seria fracionada em pequenas porções, que seriam comercializadas pelo valor de R$ 10 cada.
Com autorização judicial prevista no mandado de busca, os policiais realizaram uma análise preliminar dos aparelhos celulares apreendidos. Segundo a Polícia Civil, foram encontradas conversas e outros elementos considerados compatíveis com a prática do tráfico de drogas. Os equipamentos serão submetidos à perícia para aprofundamento das investigações.
Os três suspeitos foram conduzidos ao plantão policial, onde tiveram a prisão em flagrante ratificada. Eles permaneceram à disposição da Justiça.
Após a formalização da ocorrência, o delegado responsável representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. O pedido foi fundamentado na gravidade dos fatos investigados, nas provas reunidas durante a operação e no risco de continuidade das atividades criminosas, cuja análise ficará a cargo do Poder Judiciário. Fonte: Ivan Ambrósio – Portal AvaNews, via CJI (Consórcio de Jornalistas do Interior de SP)

