• Últimas Notícias
  • Política de Privacidade
  • Fale conosco
Lgotipo RP10
  • INÍCIO
  • ÚLTIMAS
  • ARAÇATUBA
  • POLÍCIA
  • CIDADES
    • Birigui
    • Guararapes
    • Valparaíso
    • Andradina
    • São José do Rio Preto
  • COTIDIANO
Sem resultado
Ver todos os resultados
RP10
  • INÍCIO
  • ÚLTIMAS
  • ARAÇATUBA
  • POLÍCIA
  • CIDADES
    • Birigui
    • Guararapes
    • Valparaíso
    • Andradina
    • São José do Rio Preto
  • COTIDIANO
Sem resultado
Ver todos os resultados
Logotipo RP10
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • INÍCIO
  • ÚLTIMAS
  • ARAÇATUBA
  • POLÍCIA
  • CIDADES
  • COTIDIANO

Parada LGBT+ de SP enfrenta pressão política e perde 60% de patrocínios

Evento completa 30 anos em meio a debates políticos, perda de patrocínios e defesa da participação democrática.

por Fabricio Oliveira
27/05/2026 às 09:16
em COTIDIANO
XTwitterWhatsAppTelegramFacebook
ANUNCIANTE

A 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo será realizada no próximo dia 7 de junho sob forte pressão política e financeira. Considerado um dos maiores eventos de diversidade do mundo, o ato na Avenida Paulista enfrenta a redução de cerca de 60% dos patrocínios, além de debates envolvendo um projeto de lei que pretende restringir eventos LGBTQIA+ em espaços públicos da capital paulista.

Na semana passada, a Câmara Municipal aprovou, em primeira votação, uma proposta que proíbe a presença de crianças e adolescentes em eventos que “façam alusão ou fomentem práticas LGBTQIA+”, mesmo quando acompanhados pelos responsáveis. O texto também determina que esse tipo de evento aconteça apenas em locais fechados, impedindo a ocupação de vias públicas.

Juristas ouvidos pela Agência Brasil consideram a proposta inconstitucional. O advogado Ariel de Castro Alves, membro da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da OAB, afirmou que o projeto viola princípios constitucionais de igualdade e não discriminação. Já o presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP), Nelson Matias Pereira, classificou a proposta como uma “cortina de fumaça” e relembrou que leis semelhantes já foram derrubadas pelo Supremo Tribunal Federal.

Além da pressão política, os organizadores relatam dificuldades financeiras para manter a estrutura da programação. Segundo Pereira, o evento contará neste ano com apenas dois patrocinadores, número bem abaixo das edições anteriores, quando grandes empresas apoiavam a parada. A redução impacta também iniciativas paralelas, como projetos sociais, culturais e a tradicional Feira da Diversidade.

ANUNCIANTE

Mesmo diante das dificuldades, a organização afirma que a parada será mantida. O tema escolhido para a edição de 2026 é “A rua convoca, a urna confirma”, reforçando a importância da participação política e do voto. Para os organizadores, o avanço de pautas conservadoras no país exige maior mobilização da comunidade LGBT+ nas eleições e nos espaços de representação política.

A drag queen Tiffany, uma das apresentadoras do evento, afirmou que a parada vai além da celebração. Segundo ela, o ato também é uma manifestação política em defesa de direitos conquistados ao longo das últimas décadas. “O fervo também é luta”, destacou.

A primeira Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo ocorreu em 1996, na Praça Roosevelt. No ano seguinte, o evento passou a ocupar a Avenida Paulista, onde se consolidou como um dos principais símbolos da luta por direitos da população LGBT+ no Brasil. Ao longo dos anos, temas como união estável, criminalização da LGBTfobia, identidade de gênero e adoção por casais homoafetivos estiveram entre as principais bandeiras defendidas pelo movimento.

Além da manifestação na Paulista, a programação deste ano inclui a Feira Cultural da Diversidade e Empreendedorismo LGBT+, marcada para 4 de junho no Vale do Anhangabaú. O evento contará com ações de empregabilidade, apresentações culturais, testagem rápida de HIV e sífilis, distribuição de preservativos e debates voltados ao fortalecimento da comunidade LGBT+.

SIGA O RP10
XTwitterWhatsAppTelegramFacebook

MAIS LIDAS

  • Reprodução

    Menino de 2 anos tem morte encefálica; mãe e padrasto foram presos em Araçatuba

    Compartilhar
    Compartilhar Tweet
  • Homem é ferido com golpes de facão em borracharia de Araçatuba

    Compartilhar
    Compartilhar Tweet
  • Ex-síndico é acusado de desviar dinheiro de condomínio em Araçatuba

    Compartilhar
    Compartilhar Tweet
  • Birigui abre concurso com 171 vagas e salários de até R$ 13,8 mil

    Compartilhar
    Compartilhar Tweet
  • Homem é preso com 136 pinos de cocaína em ponto conhecido como “Esquina Maluca”

    Compartilhar
    Compartilhar Tweet
  • Projeto gratuito de jiu-jítsu entrega 40 kimonos a crianças em Araçatuba

    Compartilhar
    Compartilhar Tweet
  • Últimas Notícias
  • Política de Privacidade
  • Fale conosco

© 2026 REGIONAL PRESS
Banco de imagens por Depositphotos

Instale o aplicativo RP10

Para instalar o RP10, abra esta página no Safari, toque em Compartilhar e depois em Adicionar à Tela de Início.

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Política de Privacidade

© 2026 REGIONAL PRESS
Banco de imagens por Depositphotos

Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.
Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link https://www.rp10.com.br/2026/05/parada-lgbt-de-sp-enfrenta-pressao-politica-e-perde-60-de-patrocinios/ ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos do RP10 estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do site em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Regional Press ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que o Regional Press faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto do RP10 para uso privado, por favor logue-se como cadastrado.