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Educação na pandemia

Prefeitura de Penápolis determina suspensão das aulas presenciais até dia 14

Medida passa a valer a partir desta quarta-feira (3) e foi tomada diante do crescente número de casos de Covid e da ocupação dos leitos de UTI

Decreto publicado na tarde desta terça-feira (2), pela Prefeitura de Penápolis, determina a suspensão das aulas presenciais nas escolas municipais, estaduais e particulares até o dia 14. A medida, segundo o documento, passa a valer a partir desta quarta-feira (3) e envolve todas os níveis (básico ao superior).

A suspensão das aulas presenciais foi decidida diante do crescente número de casos positivos da Covid-19, o novo coronavírus, e da ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e enfermaria. Uma reunião, envolvendo a vice-prefeita, Mirela Fink (Podemos) e secretários de diversas pastas, como Saúde e Educação, foi realizada no Paço para tratar o assunto.

Em Penápolis, dos dez leitos de UTI Covid disponíveis na Santa Casa, oito estão ocupados, índice de 80% de ocupação. Nessa segunda-feira (1º), no entanto, 100% dos leitos estavam ocupados.

O decreto informa que a situação será constantemente reavaliada pela equipe de governo, que poderá adotar novas medidas e que o descumprimento implicará em infração sanitária passível de aplicação das penalidades dispostas na lei estadual 10.083, de 23 de setembro de 1998.

A volta às aulas presenciais na rede municipal de Penápolis ocorreu no dia 22 de fevereiro, para os alunos do ensino fundamental (1º ao 5º ano) e educação infantil (pré-escola). Nas creches, o retorno ocorreu nessa segunda (1º).

Casos

Em Penápolis, duas escolas particulares – Colégio Franciscano Coração de Maria e Oceu – suspenderam as atividades presenciais aos estudantes do ensino médio, após registrarem casos positivos do coronavírus entre alunos e professores. Os demais segmentos continuam normalmente.

Na rede estadual, duas unidades também tiveram pessoas diagnosticadas com a doença: Adelino Peters e Joana Helena de Castilho Marques. Em nota, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo confirmou os casos, mas não especificou a quantidade e se foram professores, alunos e demais servidores infectados. A pasta explicou que aulas presenciais continuam normalmente, seguindo as orientações dos órgãos de saúde na cidade.

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