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Com investimento de R$ 5 milhões, loja que pegou fogo no calçadão é reinaugurada

Grupo investiu R$ 5 milhões e loja está gerando 28 empregos diretos

Foto: Divulgação

Com um investimento aproximado de R$ 5 milhões e geração de 28 empregos diretos foi reinaugurada na manhã desta terça-feira (7) a loja Cris Park, no calçadão de Araçatuba, que foi completamente destruída por um incêndio no dia 12 de abril do ano passado, deixando um bombeiro morto e outro gravemente ferido.

Foto: Larissa Giroto

O consultor de negócios do grupo proprietário da Cris Park, de investidores Chineses, Sinomar Oliveira, explicou que a loja oferece aproximadamente 10 mil itens de produtos nacionais e importados, em diversos setores, desde confecção, eletrônicos, utensílios domésticos, materiais escolares, semi-joias, brinquedos, ferramentas e outros.

O próprio grupo ficou responsável pela reconstrução do prédio, que é locado e ocupa dois salões comerciais no calçadão da Marechal Deodoro. Dos 28 funcionários, 50% foi mantido do quadro que atuava na empresa na época da tragédia, que ganhou repercussão nacional.

Oliveira explicou metade do quadro de funcionários acabou sendo substituído, porque havia funcionários em período de experiência e outros que neste período acabaram encontrando outras colocações no mercado de trabalho.

A Cris Park existe em diversas cidades do Brasil, mas são de proprietários diferentes. A loja de Araçatuba pertence a um grupo de possui mais duas unidades em Votuporanga. Os proprietários são chineses e no Brasil contam com a consultoria de Sinomar Oliveira.

O INCÊNDIO

A loja ficou completamente destruída

O incêndio que destruiu a loja foi no início da tarde do dia 12 de abril. Conforme laudo da Polícia Científica, a causa mais provável para o presente incêndio tenha sido ocorrência de curto circuito em algum equipamento elétrico ou eletrônico porventura instalado ou em instalação na região anterior do pavimento superior do imóvel da esquerda. A loja ocupava dois salões.

No laudo ainda consta que, “dada a intensidade dos danos nas redes elétricas o relator não teve elementos técnicos materiais para se manifestar a respeito das condições de segurança anterior ao incêndio”.

O relator também não precisou se houve manutenção elétrica recente, mas descreveu que o aspecto das instalações não eram antigos e que havia um sistema de proteção dotado de quadro de distribuição e redes de cabeamento através de calhas e condutores. Ainda está relatado que os peritos não encontraram nenhum tipo de vestígio que pudessem indicar que o incêndio poderia ter sido provocado propositalmente.

MORTE

Sargento Delfino morreu durante combate ao incêndio

No dia da tragédia dois o bombeiro tenente Alex Silva de Abreu teve 27% do corpo queimado, ficou em estado grave e foi transferido para uma unidade especializada em queimados em Bauru. O sargento Júlio César Delfino não resistiu aos ferimentos e foi encontrado confinado em um banheiro nos findos do prédio, onde tentou se esconder das chamas.

Consta no laudo da perícia que a morte dele não foi relacionada ao desabamento da estrutura, e sim pelo fato dele ter se confinado em um banheiro nos fundos de um dos prédios, onde ficou impossibilitado de sair devido às chamas que se alastraram rapidamente pela área onde ele teria acesso para poder sair do prédio.

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