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Homem acusado de matar o genro é condenado a oito anos de prisão em regime semi-aberto

O Tribunal do Júri de Araçatuba condenou nesta quarta-feira o réu Élcio Alexandre a oito anos de prisão em regime semi-aberto pelo assassinato do genro, Fábio Modaneis Ferreira, em dezembro de 2007, em frente ao condomínio de ranchos Itapuã, em Santo Antônio do Aracanguá.

Ele foi condenado por homicídio qualificado, com emprego de meio cruel, porque mesmo atingida por um tiro o acusado desferiu vários golpes com o cabo da espingarda contra a cabeça da vítima.

O promotor Adelmo Pinho pediu o afastamento da outra qualificadora, de recurso que dificultou a defesa da vítima, e também pediu reconhecimento de privilégio, com a justificativa de que ele cometeu o crime por relevante valor moral, porque matou a vítima em defesa de sua família. O réu vai poder recorrer da sentença em liberdade. O promotor disse que não vai recorrer da decisão.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, na madrugada do dia 23 de dezembro de 2007, Ferreira foi até o condomínio Itapuã onde a família da mulher estava reunida. Na portaria, ele informou que precisava falar com Élcio Alexandre, e explicou que Élcio era o “avô de sua filha”.

O porteiro ligou várias vezes e não conseguiu manter contato com o pessoal que estava no rancho. Ferreira, que segundo a denúncia estava visivelmente embriagado, afirmou que se o portão não fosse aberto ele iria pegar o carro e arrombar a portaria do condomínio para entrar. Um outro funcionário foi até o rancho e avisou Élcio Alexandre que Ferreira estava na portaria e queria entrar de qualquer maneira para falar com ele.

Quando o porteiro estava falando com Ferreira, uma Saveiro parou na portaria de saída do condomínio, e o porteiro abriu o portão. O carro saiu e parou do lado de fora, no momento em que Ferreira se virou em direção ao veículo e foi alvejado com um tiro na coxa.

Ferreira caiu e em seguida o motorista do carro, que era Élcio Alexandre, desceu e com o cabo da espingarda passou a desferir vários golpes contra a cabeça da vítima, parando apenas ao perceber que Ferreira já não se mexia mais. Em seguida o acusado fugiu do local e afirma ter jogado a espingarda no rio Tietê. (Folha da Região)

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