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contrabando

GOE apreende 8 mil maços de cigarros contrabandeados do Paraguai

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Policiais civis do GOE (Grupo de Operações Especiais) apreenderam 8 mil maços de cigarros contrabandeados do Paraguai, nesta sexta-feira (8), em Araçatuba (SP).

O material estava em uma casa na Rua José Ferreira dos Santos, bairro Porto Real, que foi alvo de cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça.

O morador, de 37 anos, assumiu a propriedade dos cigarros e foi preso em flagrante por contrabando. O flagrante foi feito na delegacia da Polícia Federal, em Araçatuba.

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MANUTENÇÃO

Cabeleireiro é encontrado morto no telhado de casa e pode ter sido eletrocutado

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Imagem Ilustrativa

O cabeleireiro Alessandre Luiz da Silva, 44 anos, foi encontrado morto no telhado de sua casa, em Glicério, por volta de meio dia, por um empacotador de 43 anos, que é amigo da família, e foi ao local porque a esposa de Silva estava em Birigui e não conseguia contato com ele por telefone.

O empacotador, Antônio Marcos Bueno Chiderolli, contou à polícia que a esposa de Silva ligou para ele dizendo que estava em Birigui, e ficou preocupada porque não conseguia falar com o marido por telefone. Ela contou que o marido tinha avisado que iria mexer na parte elétrica da casa para tentar resolver uns problemas de choque.

Chiderolli foi até a casa do cabeleireiro e encontrou a filha dele na calçada. A menina tinha acabado de chegar da escola e chamava pelo pai, para abrir o portão. No entanto ele não respondia. A filha indicou que o pai poderia estar no telhado.

O amigo subiu e viu Silva caído, a certa distância. Ele pegou um pedaço de madeira e mexeu no braço do cabeleireiro, percebendo que não houve reação. Em seguida ele pegou na mão do amigo e percebeu que já estava enrijecida.

A unidade de resgate do Corpo de Bombeiros foi acionada e removeu o corpo de Silva, levando até a unidade básica de saúde, onde um médico constatou, mas não atestou o óbito. Chiderolli disse que ao relar no corpo de Silva sentiu uma leve descarga elétrica. O corpo estava ao lado de vários fios. Segundo Chiderolli, que era amigo bem próximo da vítima, ele tinha o costume resolver por conta própria os problemas e manutenções da casa.

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TORTURA

Padrasto é preso acusado de quebrar perna de bebê, no interior de SP

A mãe acreditou, a princípio, que se tratava de alguma doença até os médicos descartarem essa hipótese

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TV RECORD/ REPRODUÇÃO

Um homem foi preso em Jundiaí, no interior de São Paulo, acusado de agredir o enteado, de apenas 11 meses. De acordo com o inquérito policial, o menino foi torturado pelo padrasto, que quebrou ainda uma das pernas da criança. As agressões teriam começado em setembro.

O bebê estava com a perna esquerda quebrada quando a mãe voltou com o filho ao hospital. A criança tinha aparecido com a outra perna fraturada. A mulher desconfiou inicialmente de ser a doença dos “ossos de vidro”, mas os médicos descartaram a hipótese.

A mãe da vítima foi à delegacia no último dia 24. Relatou que era casada com o acusado, um operador de máquina, há cerca de três meses. A criança apresentou diversas vezes machucados na região da perna após ficar aos cuidados companheiro.

Ao ser questionado, o homem teria alegado que houve um acidente com a criança. Os investigadores, contudo, conversaram com médicos, que apontaram que as lesões na criança foram causadas por torções.

Foram solicitados exames no Instituto Médico Legal (IML) para a vítima. O caso foi registrado como lesão corporal e violência doméstica na Delegacia de Defesa da Mulher de Jundiaí.

O homem foi detido preventivamente e aguarda preso ao julgamento. De acordo com informações preliminares, ele teria descontado a frustração no enteado, pois a mulher não estava conseguindo engravidar. A mãe do bebê não foi indiciada, uma vez que não sabia da tortura.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998