A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Lins, prendeu preventivamente, nesta sexta-feira (11), duas pessoas investigadas por crimes de natureza sexual que teriam sido praticados contra uma adolescente. Segundo informações divulgadas pela polícia, as prisões foram determinadas pela Justiça da Comarca de Lins após pedido apresentado durante a investigação.
De acordo com informações atribuídas à NovaTV, os investigados são a mãe da adolescente e o namorado dela. A identidade dos envolvidos não foi divulgada nesta reportagem em razão da natureza do caso e da necessidade de preservação da vítima, que é menor de idade.
A delegada titular da DDM de Lins, Juliana Bredariol de Oliveira, informou que a representação pela prisão preventiva dos dois investigados foi deferida pelo Juízo da Comarca de Lins. Após a expedição dos mandados, equipes da Polícia Civil realizaram diligências para localizar os suspeitos.
Prisões ocorreram em Lins e Araçatuba
Segundo a delegada, uma das investigadas foi localizada em Lins por policiais da DDM, com apoio do Setor de Investigações Gerais (SIG). Ela foi presa e conduzida à Central de Polícia Judiciária (CPJ) para os procedimentos legais.
O segundo investigado foi localizado em Araçatuba por equipes da Polícia Civil e também recebeu voz de prisão. Depois, foi encaminhado à Central de Polícia Judiciária de Araçatuba para apresentação à autoridade policial.
Os dois permaneceram à disposição da Justiça, aguardando a realização das respectivas audiências de custódia.
Investigação continua
A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre os fatos que teriam motivado a investigação nem sobre as circunstâncias em que os supostos crimes teriam ocorrido.
A corporação informou que as investigações continuam com o objetivo de esclarecer integralmente os fatos e reunir os elementos necessários para a apuração das responsabilidades.
A prisão preventiva é uma medida cautelar determinada pela Justiça durante a investigação ou o processo e não representa, por si só, uma condenação. A responsabilidade criminal dos investigados deverá ser definida no curso do procedimento judicial, com observância do direito de defesa e do devido processo legal.
Por envolver uma adolescente, informações que possam permitir a identificação da vítima ou expor detalhes de sua intimidade não são divulgadas, em observância às normas de proteção previstas para crianças e adolescentes.
A Polícia Civil de São Paulo mantém a investigação sob responsabilidade da DDM de Lins.

