Uma abordagem policial terminou com a apreensão de cocaína e a condução de dois homens à delegacia na madrugada de domingo (20), em Guararapes (SP). Segundo o boletim de ocorrência, a ação aconteceu por volta das 3h06, na Rua Kakutaro Shiguemoto.
De acordo com o registro policial, uma equipe da Polícia Militar realizava patrulhamento quando passou a acompanhar um automóvel após informações de que o veículo poderia estar relacionado à entrega de drogas solicitadas por aplicativo de mensagens. Nas proximidades de um cruzamento, os policiais teriam visto um homem aguardando a chegada do carro e decidiram realizar a abordagem.
Durante as buscas, conforme o B.O., foram encontrados invólucros contendo uma substância semelhante à cocaína. Posteriormente, análises do Instituto de Criminalística confirmaram 2,29 gramas de cocaína em três embalagens e outros 0,85 grama em um invólucro, totalizando 3,14 gramas.
Os dois homens apontados como indiciados têm 29 e 30 anos. O primeiro trabalha como pintor e o segundo como açougueiro, segundo as informações registradas no boletim. Com um deles, a polícia informou ter apreendido R$ 52 em espécie e um celular. Outro aparelho telefônico também foi recolhido durante a ocorrência. Na busca feita no veículo, segundo o registro, nenhum outro material irregular foi localizado.
Um homem de 26 anos, programador, ouvido como testemunha, declarou à polícia que teria solicitado cocaína por meio de aplicativo de mensagens, mas afirmou que a abordagem ocorreu antes que recebesse a substância. Ele também relatou ter realizado compras anteriormente e informou possuir comprovantes de transferências via Pix, conforme descrito no boletim.
Os dois indiciados, por sua vez, negaram envolvimento com a venda de drogas e afirmaram ser usuários. Diante das substâncias apreendidas e dos depoimentos colhidos, os envolvidos foram conduzidos à unidade da Polícia Civil, onde a ocorrência foi apresentada à autoridade policial.
O caso foi registrado como tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei de Drogas. No boletim, a saúde pública e a coletividade aparecem como vítimas da ocorrência. Os nomes dos envolvidos foram preservados.

