Uma mulher de 26 anos foi presa pela Polícia Civil na última sexta-feira (7), em Penápolis. Ela é investigada por crimes de dano, entre eles, em instalações públicas na cidade. O mandado de prisão preventiva foi cumprido por equipes coordenada pelo delegado Thales Eduardo Anhesini.
A ação foi resultado de elementos reunidos. A mulher, conforme apurado, vive em situação de rua e é usuária de crack. Recentemente, ela teria causado danos no prédio onde funcionava o IML (Instituto Médico Legal), ao lado do 1º DP (Distrito Policial).
Na ocasião, os vidros da porta da frente foram quebrados. A investigação ainda apurou que, entre fevereiro de 2025 e agosto deste ano, a jovem figurou em quatro casos da mesma natureza.
Identificação
Os elementos apontaram ainda que ela seria autora dos danos. A mulher confessou a autoria, sendo reconhecida pelos investigadores e por vestígios periciais encontrados no local.
Na época, a investigada chegou a ser presa, após quebrar os vidros da porta do plantão policial, porém, obteve liberdade provisória, mediante medida cautelar. Mesmo assim, voltou a praticar delito semelhante e, por isso, o delegado representou pela prisão preventiva.
Captura
O mandado foi expedido e cumprido por policiais civis, encontrando-a no Residencial Florença. Levada ao 1º DP, após prestar esclarecimentos, permaneceu à disposição da Justiça.
Alerta
Em nota, a Polícia Civil alerta que ataques, depredações ou qualquer forma de violência dirigida contra unidades policiais e demais repartições públicas serão rigorosamente apuradas, incluindo a identificação dos responsáveis e a adoção de todas as medidas legais cabíveis.
“Atentar contra uma unidade policial não constitui afronta apenas ao patrimônio material do Estado, mas ao próprio serviço público de segurança prestado à população”, pontuou.
A polícia ainda reforça que não tolerará a banalização de condutas dessa natureza e “atuará de forma firme, técnica e dentro da legalidade para responsabilizar os autores e preservar as instalações, servidores e a continuidade dos serviços essenciais à sociedade”. (Por: Ivan Ambrósio – Portal AvaNews)

