Um homem de 42 anos foi preso em flagrante pela Polícia Militar durante a madrugada dessa quarta-feira (26), em Guararapes (SP), após ser acusado de ameaçar de morte os próprios pais durante um desentendimento familiar. A ocorrência foi registrada na Rua Luiz Lincoln de Oliveira e encaminhada à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Araçatuba.
A PM foi acionada para atender uma ocorrência de violência doméstica e familiar. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram os pais do suspeito do lado de fora da residência, acolhidos por vizinhos.
Segundo o relato apresentado à equipe, o homem havia permanecido dentro do imóvel após a discussão e estava bastante alterado. Os familiares também relataram que ele aparentava estar sob efeito de drogas.
Ainda conforme os relatos, durante o desentendimento, o homem teria ameaçado os pais de morte. A mãe contou aos policiais que também foi alvo de xingamentos e afirmou que não se sentia segura para continuar vivendo na mesma casa que o filho.
Diante da situação, os policiais entraram na residência após receberem autorização dos responsáveis pelo imóvel. O suspeito foi localizado em um dos quartos.
No interior da casa, a equipe também constatou que um aparelho de som permanecia ligado em volume elevado, provocando perturbação na vizinhança.
Questionado pelos policiais sobre o que havia acontecido, o homem optou por permanecer em silêncio, exercendo o direito constitucional de não responder às perguntas.
Prisão em flagrante
A mãe manifestou interesse em representar criminalmente contra o filho. Diante dos relatos apresentados e das circunstâncias encontradas no local, os policiais deram voz de prisão ao homem.
A prisão ocorreu por suspeita do crime de ameaça no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher, com aplicação da Lei Maria da Penha.
A ocorrência foi apresentada na Delegacia de Defesa da Mulher de Araçatuba, onde foram adotadas as providências previstas pela legislação.
O homem permaneceu à disposição da Justiça. A prisão em flagrante e as acusações relatadas no boletim de ocorrência serão submetidas à análise das autoridades competentes, não representando, por si só, uma condenação.

