A Polícia Civil realizou nesta terça-feira (16) a Operação Divina Proteção, que resultou na prisão de quatro pessoas investigadas por envolvimento em crimes sexuais contra crianças e adolescentes na região de São José do Rio Preto. Entre os detidos estão três mulheres e um homem, com idades entre 20 e 59 anos.
De acordo com a corporação, os suspeitos são investigados por crimes relacionados à exploração sexual de vulneráveis, além de produção, armazenamento e compartilhamento de material ilícito envolvendo menores de idade.
Durante a operação, policiais civis cumpriram quatro mandados de prisão temporária e cinco mandados de busca e apreensão em imóveis localizados nos municípios de São José do Rio Preto, Bady Bassitt e Cedral.
Segundo a Polícia Civil, as medidas judiciais foram autorizadas após o avanço das investigações, que reuniram elementos considerados relevantes sobre a suposta participação dos investigados nos crimes apurados.
Materiais apreendidos
Durante as diligências, os agentes apreenderam aparelhos eletrônicos e outros materiais que poderão auxiliar no aprofundamento das investigações. Todo o conteúdo recolhido será submetido à perícia técnica especializada, procedimento que busca identificar eventuais evidências relacionadas aos crimes investigados.
A análise dos dispositivos poderá contribuir para o esclarecimento dos fatos e para a identificação de possíveis vítimas ou outros envolvidos, caso existam.
Investigação segue sob sigilo
A Polícia Civil informou que as investigações continuam em andamento e tramitam sob sigilo de Justiça. A medida tem como objetivo preservar as diligências ainda em curso, proteger a identidade das vítimas e garantir a efetividade da apuração.
Em razão do sigilo processual e da natureza dos crimes investigados, detalhes sobre as circunstâncias dos fatos e a identidade dos suspeitos não foram divulgados pelas autoridades.
O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São José do Rio Preto como cumprimento de mandados de busca e apreensão e captura de procurados. Os investigados permanecerão à disposição da Justiça enquanto prosseguem as investigações.
Conforme determina a legislação brasileira, os suspeitos são considerados inocentes até eventual condenação definitiva pela Justiça.

