Um jovem boliviano de 18 anos foi preso por suspeita de tráfico internacional de drogas na tarde de quarta-feira (22), durante fiscalização da Polícia Militar Rodoviária na Rodovia Raposo Tavares, na região de Presidente Prudente.
A prisão ocorreu durante a Operação Impacto, que tem como objetivo intensificar o combate ao tráfico de drogas, contrabando e outros crimes nas rodovias paulistas.
Droga foi encontrada durante abordagem de rotina
Segundo informações da polícia, os agentes deram ordem de parada ao motorista de um ônibus para uma fiscalização de rotina. Durante a vistoria, os policiais localizaram tabletes de pasta base de cocaína com um dos passageiros.
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Ao ser questionado, o suspeito confessou que havia recebido a droga na cidade de Puerto Quijarro, na fronteira com o Brasil, e que o destino final seria a cidade de São Paulo.
De acordo com o relato do próprio passageiro, ele receberia dois mil bolivianos pelo transporte do entorpecente, valor equivalente a cerca de algumas centenas de reais, prática comum em esquemas de tráfico que utilizam pessoas para realizar o transporte da droga.
Caso foi encaminhado à Polícia Federal
A ocorrência foi apresentada na delegacia da Polícia Federal do Brasil em Presidente Prudente, responsável por investigar crimes de tráfico internacional de drogas.
A pasta base de cocaína é considerada uma substância de alto valor no mercado ilegal e normalmente utilizada para a produção da cocaína refinada. Autoridades de segurança destacam que rotas terrestres que ligam regiões de fronteira ao interior paulista são frequentemente monitoradas devido ao fluxo de entorpecentes.
Operações nas rodovias seguem intensificadas
A Polícia Militar Rodoviária informou que ações de fiscalização continuarão sendo realizadas em rodovias estratégicas do estado, especialmente em regiões próximas a rotas utilizadas para o transporte de drogas.
O suspeito permaneceu à disposição da Justiça e poderá responder pelo crime de tráfico internacional de drogas, cuja pena prevista na legislação brasileira pode ultrapassar 15 anos de prisão, conforme a gravidade do caso e as circunstâncias investigadas.
