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REGIÃO

Candidato a vereador por Glicério é preso com porções de maconha

Houve denúncia de que ele estaria comercializando as drogas próximo de uma seção eleitoral

Um candidato a vereador por Glicério (a 25 km de Penápolis), de 38 anos, foi preso em flagrante, na manhã deste domingo (15), por tráfico de drogas. Ele, que é motorista, estava com entorpecentes dentro de um carro na frente de uma escola que servia como seção eleitoral.

O caso ocorreu por volta das 10h15. De acordo com o boletim de ocorrência, um investigador da Polícia Civil contou que recebeu denúncia anônima de que, em uma unidade eleitoral na rua Pedro Toledo, não havia placas impedindo o trânsito e, diante disso, se dirigiu ao local, acompanhado por uma equipe da Polícia Militar.

Enquanto averiguava a situação, recebeu outra informação de que o postulante estaria com drogas dentro de um carro e comercializando elas. O investigador encontrou o motorista e, durante revista no interior do automóvel, um VW Gol, localizou 20 porções de maconha, além de R$ 22,15 em dinheiros e moedas.

Com o candidato, foram apreendidos R$ 530. Questionado, ele disse que alguém teria colocado os entorpecentes em seu veículo, pois muitas pessoas utilizaram seu automóvel durante a campanha. Diante dos fatos, ele recebeu voz de prisão e foi levado ao plantão policial de Penápolis para prestar esclarecimentos. Após ser ouvido, foi encaminhado para a cadeia local, estando à disposição da Justiça.

BARBOSA

Em Barbosa, um candidato ao Legislativo e sua esposa foram detidos distribuindo material de campanha nas seções eleitorais durante da madrugada deste domingo. Segundo o que foi apurado pela reportagem, eles foram levados ao plantão policial e, após serem ouvidos, liberados.

PENÁPOLIS

Em Penápolis, uma aposentada de 60 anos registrou boletim de ocorrência informando que outra pessoa votou em seu lugar na Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Casa da Amizade. Ela contou que, por volta das 10h, se dirigiu até a seção 126 da unidade.

Ao entrar, foi impedida de votar, sendo informada pela mesária que outra pessoa com o mesmo nome que o dela tinha votado em seu lugar e, quando perceberam o erro, pediram que votasse novamente, o que foi feito. O caso será apurado.

Ivan Ambrósio/Jornal Interior

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