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DESASTRE AMBIENTAL

Incêndio de grandes proporções atinge propriedades rurais de Guararapes e Rubiácea

Cerca de 2 mil hectares de pastagens, APPs, canaviais e matas foram consumidos pelo fogo, que ainda continua sendo combatido - Foto: Administração da Fazenda Terra Boaoto:

Um incêndio de grandes proporções semana destruiu pastagens, matas, cercas, canaviais e APPs (Áreas de Proteção Permanente) de propriedades rurais dos municípios de Guararapes e Rubiácea.

O incêndio teria começado por volta das 12h de quarta-feira (30), em um sítio localizado perto do bairro Igrejinha, entre Guararapes e a usina Nova Unialco, de acordo com informações do gerente administrativo da Fazenda Terra Boa, Rodrigo Rodrigues Zambini.

Segundo ele, há indícios de que o fogo tenha começado por faíscas desencadeadas dur ante um serviço de reparo na rede de energia daquele sítio e, com a pastagem totalmente seca, foi propagado rapidamente, sobrepondo estradas e córregos.

Uma força conjunta do Corpo de Bombeiros, avião agrícola, caminhões-pipa, tratores e máquinas pesadas das prefeituras das duas cidades, além de funcionários da usina Nova Unialco e das propriedades atingidas, participou do combate às chamas.

As equipes continuam na região, divididas em frentes combatendo as chamas e controlando os focos, para evitar o surgimento de novos incêndios. Até a tarde desta sexta-feira (2), não houve comunicado de pessoas, nem animais feridos.

De acordo com Rodrigo Zambini, a Fazenda Terra Boa foi uma das mais atingidas pelas chamas e teve incendiados boa parte dos seus 1.200 hectares.

“Cerca de 2 mil hectares de propriedades devem ter sido consumidos pelo fogo”, calcula ele. “Aqui, na Terra Boa, os focos de incêndio deverão continuar mais alguns dias”, disse ele, fazendo referência à dificuldade de extinguir o fogo nos troncos de árvores.

Providências

A Administração da Fazenda Terra Boa comunicou o sinistro às prefeituras de Guararapes e Rubiácea, que enviaram máquinas, tratores e pessoal para ajudar no combate ao incêndio, Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento e outros órgãos governamentais, a fim de alertar sobre o dano ambiental e financeiro para os donos das propriedades atingidas pelas chamas.

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