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investigação

Jovem mudo é amarrado e humilhado por colegas em supermercado

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A polícia investiga dois funcionários de um supermercado em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, pelos crimes de tortura e injúria contra um colega de 22 anos que é surdo.

Um vídeo gravado no dia 26 de setembro mostram os dois com o jovem com os braços amarrados com sacos plásticos a um corrimão.

As imagens circularam pelo aplicativo WhatsApp. Nelas, os funcionários chamam a vítima de “mudinho” e pedem que ele mande beijos para os pais: “mudo, manda um beijinho pro papai”. “É um vagabundo mesmo, fica amarrado aí”, diz um dos agressores, enquanto o jovem tentava se soltar.

O Grupo Andreazza repudiou o fato em nota e informou que demitiu os suspeitos. A empresa disse que está oferecendo apoio ao jovem, que é funcionário há cinco anos. Um inquérito policial foi aberto e o jovem passou por exame de corpo de delito.

O boletim de ocorrência foi registrado pela mãe da vítima na Delegacia de Pronto Atendimento de Caxias do Sul. Ela disse que o jovem era alvo frequente de “brincadeiras de mau gosto”.

Nota do Grupo Andreazza

O Grupo Andreazza tem sua trajetória marcada pelo respeito à diversidade e dignidade humana. Acreditamos na boa convivência das diferenças como parte essencial na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Com relação aos eventos lamentáveis ocorridos em nossa unidade no bairro Lourdes, em Caxias do Sul, expressamos nosso total repúdio. Esse caso, nada condizente com o posicionamento do Grupo, já recebeu nossa devida atenção, e acompanhamos de perto desde que dele tomamos conhecimento.

Informamos que a responsabilidade pelo fato já foi apurada e os envolvidos desligados da nossa empresa, bem como nossa solidariedade e suporte ao funcionário acometido por ela, além de sua família.

Desde 2009, o Grupo Andreazza contrata e acolhe pessoas com deficiência (PcD), sempre atento às necessidades específicas e à satisfação de cada um.

Premiado e amplamente reconhecido, o programa “Eficiência em Ação” desenvolve a criatividade, o trabalho em equipe e as habilidades dos funcionários com deficiência, além de disseminar em todo Grupo a importância do respeito à diversidade.

O Grupo Andreazza reforça seu comprometimento com o bem-estar de funcionários, fornecedores e clientes que nos visitam todos os dias. Ainda, nos colocamos à disposição das autoridades competentes para possíveis esclarecimentos complementares.

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Fonte:
IstoÉ
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São Paulo

Operação da Polícia Civil prende grupo suspeito de aplicar golpes no sistema financeiro

Piapara, comandada pelo Deic, cumpre mandados de prisão e de buscas contra organização criminosa que já causou prejuízos milionários

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A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), deflagrou na manhã desta terça-feira (22) a operação Piapara para combater fraudes financeiras.

A ação visa cumprir sete mandados de prisão e 12 de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. Até o momento cinco integrantes de uma organização criminosa foram presos.

Os trabalhos em campo estão sendo realizados por 50 agentes da 6ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat), que apuram Facções Criminosas e Lavagem de Dinheiro. O nome da operação foi inspirado em um peixe da bacia do rio Paraná, conhecido por dar trabalho aos pescadores.

A operação tem como alvo uma organização criminosa especializada em golpes no sistema financeiro. O grupo conseguia dinheiro de instituições financeiras por meio de empresas fantasmas, colocadas em nome de “laranjas”.

Depois a organização “lavava” dinheiro por meio da compra de bens, principalmente veículos. Setenta veículos já foram identificados e bloqueados administrativamente. O esquema já provocou prejuízos milionários.

Até o momento, cinco pessoas foram presas e um estoque de veículos foi apreendido em um galpão em São Bernardo do Campo. No local havia carros de luxo, esportivos, médios e motos aquáticas.

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Barbárie

Jovem mata irmã grávida e arranca bebê de barriga para aplicar golpe

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A Delegacia de Homicídios de Porto Velho, em Rondônia, investiga um caso de duplo homicídio cometido por uma adolescente de 13 anos e pelo comparsa de 15 anos.

A menor de idade, que não teve o nome revelado, matou a irmã Fabiana Pires Batista, de 23 anos, com pauladas e pedradas e arrancou o bebê dela com ajuda do comparsa, também menor de idade. O filho de Fabiana, de apenas 7 anos, também levou pedradas e foi empurrado dentro de um lago.

Segundo a delegada Leisaloma Carvalho, há indícios de que o crime tenha sido premeditado. Materiais utilizados na execução da vítima foram levados até o local e os dois confessaram ter cometido o crime para dar um golpe e “enriquecer”.

Em coletiva de imprensa, Leisaloma disse que o rapaz de 15 anos pegou o bebê da vítima, retirado do útero com ajuda de uma faca, para entregar à mãe que fingia uma gravidez para casar com um garimpeiro.

A dupla foi apreendida por duplo homicídio e a mãe do adolescente, que tem suspeita de envolvimento no crime, é procurada pela polícia.

O bebê arrancado da barriga da mãe com uma faca é um menino. Ele tem 1,8 kg e foi encaminhado ao hospital após ser encontrado na casa do menor de idade. Ele está com bom estado de saúde e será encaminhado ao Conselho Tutelar quando sair do centro obstétrico do Hospital Base.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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