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Assassino de Paola Bulgarelli é condenado a 32 anos e quatro meses de prisão

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Emerson de Barros Lins, o Miojo, foi condenado a 32 anos e quatro meses de prisão pela morte, estupro,ocultação de cadáver e furto de telefone celular da jovem Paola Bulgarelli, em 2015, em Araçatuba (SP).O julgamento aconteceu nesta quarta-feira e durou cerca de nove horas.

Pelo homicídio ele pegou 20 anos e 10 meses de prisão, pelo estupro, sete anos e seis meses, pela ocultação de cadáver mais um ano e quatro meses, e pelo furto do celular, dois anos e oito meses.

Durante seu depoimento nesta quarta-feira,o acusado voltou a confessar que cometeu os crimes. Posteriormente, diante da confissão, as testemunhas de defesa foram dispensadas pela Justiça.Por volta das 16h15 os jurados se reuniram na sala secreta e às 17h40 o juiz deu a sentença.

Paola foi estuprada, morta e o corpo foi jogado no Ribeirão Baguaçu em junho de 2015. A vítima, então com 20 anos, saiu de casa para ir à lanchonete onde trabalhava, na avenida Brasília, e não foi mais vista. Uma semana depois o corpo dela foi encontrado no Baguaçu.

O acusado confessou o crime à polícia e estava preso desde então. Um dia depois do enterro da vítima, o suspeito do crime, que tinha 20 anos na época, foi encontrado escondido na casa de parentes em Castilho (SP). Segundo a família, o suspeito chegou a ir ao velório de Paola. Ele confessou que estuprou e matou a vítima.

ADIAMENTOS

Em agosto do ano passado, a Justiça tinha anunciado o julgamento para dezembro, mas como o réu mudou de advogado, que precisaria de mais tempo para se inteirar do caso, o julgamento foi alterado. Além disso, uma testemunha alegou que não poderia estar presente no júri nesse ano.

Outra data foi agendada para fevereiro, mas a sessão foi novamente adiada por pedido da defesa para avaliação da sanidade mental do réu.

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São Paulo

Operação da Polícia Civil prende grupo suspeito de aplicar golpes no sistema financeiro

Piapara, comandada pelo Deic, cumpre mandados de prisão e de buscas contra organização criminosa que já causou prejuízos milionários

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A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), deflagrou na manhã desta terça-feira (22) a operação Piapara para combater fraudes financeiras.

A ação visa cumprir sete mandados de prisão e 12 de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. Até o momento cinco integrantes de uma organização criminosa foram presos.

Os trabalhos em campo estão sendo realizados por 50 agentes da 6ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat), que apuram Facções Criminosas e Lavagem de Dinheiro. O nome da operação foi inspirado em um peixe da bacia do rio Paraná, conhecido por dar trabalho aos pescadores.

A operação tem como alvo uma organização criminosa especializada em golpes no sistema financeiro. O grupo conseguia dinheiro de instituições financeiras por meio de empresas fantasmas, colocadas em nome de “laranjas”.

Depois a organização “lavava” dinheiro por meio da compra de bens, principalmente veículos. Setenta veículos já foram identificados e bloqueados administrativamente. O esquema já provocou prejuízos milionários.

Até o momento, cinco pessoas foram presas e um estoque de veículos foi apreendido em um galpão em São Bernardo do Campo. No local havia carros de luxo, esportivos, médios e motos aquáticas.

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Barbárie

Jovem mata irmã grávida e arranca bebê de barriga para aplicar golpe

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A Delegacia de Homicídios de Porto Velho, em Rondônia, investiga um caso de duplo homicídio cometido por uma adolescente de 13 anos e pelo comparsa de 15 anos.

A menor de idade, que não teve o nome revelado, matou a irmã Fabiana Pires Batista, de 23 anos, com pauladas e pedradas e arrancou o bebê dela com ajuda do comparsa, também menor de idade. O filho de Fabiana, de apenas 7 anos, também levou pedradas e foi empurrado dentro de um lago.

Segundo a delegada Leisaloma Carvalho, há indícios de que o crime tenha sido premeditado. Materiais utilizados na execução da vítima foram levados até o local e os dois confessaram ter cometido o crime para dar um golpe e “enriquecer”.

Em coletiva de imprensa, Leisaloma disse que o rapaz de 15 anos pegou o bebê da vítima, retirado do útero com ajuda de uma faca, para entregar à mãe que fingia uma gravidez para casar com um garimpeiro.

A dupla foi apreendida por duplo homicídio e a mãe do adolescente, que tem suspeita de envolvimento no crime, é procurada pela polícia.

O bebê arrancado da barriga da mãe com uma faca é um menino. Ele tem 1,8 kg e foi encaminhado ao hospital após ser encontrado na casa do menor de idade. Ele está com bom estado de saúde e será encaminhado ao Conselho Tutelar quando sair do centro obstétrico do Hospital Base.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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