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Araçatuba

Ministério Público abre inquérito para investigar qualidade da água distribuída pela Samar

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Consumidores de diversos bairros verificaram a presença de partículas escuras na água


A Promotoria de Justiça do Consumidor de Araçatuba instaurou inquérito civil para apurar a qualidade da água distribuída pela concessionária Samar (Soluções Ambientais Araçatuba), após relatos de consumidores na imprensa acusando a presença de partículas escuras na água.

Agora, o MP quer ouvir os consumidores que tenham constatado o problema, denunciado em abril deste ano, para dar prosseguir com a investigação. O transtorno incomodou moradores do Dona Amélia, Traitu, Águas Claras e Aclimação, dentre outros.

Além de colocar em dúvida quanto à segurança da água para o consumo humano, os moradores daquelas localidades reclamam que os resíduos estariam causando redução no volume de passagem da água pelo hidrômetro.

Eles se queixam também que as partículas provocam manchas nas roupas lavadas com a água, principalmente quando se usa ferro de passar.

PRAZO

O promotor Luiz Antonio de Andrade deu prazo de 15 dias para que a Samar se manifeste, após a sua notificação. O representante do MP quer que a empresa esclareça se identificou a substância relatada pelos consumidores, bem como a sua causa e origem.

O MP quer saber, ainda, se foi constatada a completa solução do possível vício na qualidade da água potável distribuída nos bairros onde o problema foi verificado.

Os consumidores que constataram o problema devem entrar em contato com a Promotoria de Justiça pelo telefone (18) 3303-7401, ou do e-mail [email protected], para que seja agendado horário para oitiva.

OUTRO LADO

Veja íntegra da nota encaminhada pela Samar:

A SAMAR registrou a reclamação do morador e imediatamente encaminhou equipes para realizar a coleta da água para análise e também para realizar os procedimentos de limpeza das tubulações. Foi constatado que esse foi um problema pontual . Os resultados das análises da água não apresentaram alteração, não comprometendo a sua potabilidade.

Informamos que a água distribuída à população do bairro apontado, assim como às demais, passa por rigorosos controles de potabilidade e fiscalizações externas, inclusive pela Vigilância Sanitária, que mantém os dados em seu registro público, os quais atestam a plena qualidade da água.

Mais que isto, mantemos obrigatoriamente um contínuo controle da potabilidade da água em cada um de seus complexos produtivos, em respeito ao Contrato de Concessão e à legislação vigente, especificamente a Portaria Consolidadora nº 05/2017 do Ministério da Saúde.

Do mesmo modo, mensalmente são realizadas análises por laboratório externo acreditado, que comprova analiticamente a qualidade da água distribuída à população do município, não havendo histórico dos problemas arguidos ou violação de um parâmetro sequer.

 

 

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Fonte:
Anunciante

Entrevista Exclusiva

VÍDEO: Vizinho tentou salvar idosa que morreu durante incêndio em Araçatuba

Testemunha contou como foi a tentativa de resgate da idosa que morreu carbonizada em Araçatuba

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Ricardo Luciano Amorim dos Santos, 43 anos, contou ao Regional Press como foi a tentativa de resgate da idosa Edna Garcia, 85 anos, que morreu carbonizada durante um incêndio na casa dela, na noite desta segunda-feira (15), no bairro Vila Industrial, em Araçatuba.

Socorrido com queimadura na mão e suspeita de lesão em uma costela, Ricardo foi atendido no pronto-socorro municipal e liberado na madrugada de hoje (16).

Ele contou que, junto com outras testemunhas, chegou a ter contato com a idosa ainda viva em meio ao fogo que atingia a casa.

Ele disse que a moradora estava com graves queimaduras e que não foi possível retirá-la devido ao excesso de pele que se desprendia dos braços da vítima.

A tentativa de resgate durou até ocorrer uma explosão, possivelmente no botijão de gás. Paredes começaram a desmoronar e os vizinhos tiveram que sair. Ricardo ainda caiu e foi retirado do local pelos colegas.

Veja o vídeo com a íntegra da entrevista exclusiva que a testemunha deu ao Regional Press.

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Urupês (SP)

Égua coberta por montanha de mato chama a atenção no interior de SP

Prefeitura informou que está investigando o caso e que vai tomar as providências cabíveis.

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Moradora registrou a cena da égua coberta por montanha de mato em Urupês — Foto: Arquivo pessoal

Uma égua foi flagrada carregando uma ‘montanha’ de mato no bairro Jardim Novo Mundo, em Urupês, cidade a aproximadamente 170 km de Araçatuba.

A imagem foi enviada para a equipe da TV TEM nesta segunda-feira (15) por uma moradora, que afirma que se revoltou ao ver o animal com a grande quantidade de restos de podas. O mato, de acordo com ela, foi colocado na égua por um carroceiro.

Ainda de acordo com a mulher, que preferiu não se identificar, o caso foi registrado no sábado (13). Ela conta que questionou o homem sobre o peso e quantidade do material que a égua transportava, já que estava com a pata machucada.

Contudo, ele teria afirmado que o animal é idoso e já iria descarregar os restos de podas.

Maus-tratos

Conforme a TV TEM, procurou a Polícia Militar, que afirmou não ter recebido nenhum tipo de denúncia, mas explicou que vai tentar encontrar o carroceiro e que ele pode responder criminalmente por maus-tratos.

A Prefeitura de Urupês informou que está investigando o caso e que vai tomar as providências cabíveis.

Além disso, também disse que as carroças que circulam na cidade devem seguir as leis e que a do homem está desrespeitando as regras.

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Interior de SP

Réu que disparou contra ex-enteada será submetido a novo julgamento

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A 12ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo deu provimento a recurso interposto pelo Ministério Público e determinou que homem que tentou matar, a tiros, a filha de sua ex-companheira seja submetido a novo júri popular.

Segundo o relator da apelação, desembargador Vico Mañas, a decisão que afastou a qualificadora de feminicídio foi manifestamente contrária às provas dos autos.

O caso aconteceu no município de Amparo. Consta nos autos que, inconformado com o fim do relacionamento, o réu acusava a filha de sua ex-companheira de ser a responsável por sua mãe não aceitar reatar.

Determinado dia, abordou a ex-enteada e desferiu dois tiros em suas costas; a vítima caiu e o homem disparou o terceiro tiro acertando sua perna. A vítima foi socorrida e sobreviveu.

O tribunal popular descaracterizou a qualificadora de feminicídio e reconheceu o privilégio da ação por violenta emoção, o que resultou em diminuição da pena. Assim, o acusado foi sentenciado a 11 anos e um mês de reclusão, em regime inicial fechado.

“Contrariou manifestamente a prova dos autos o afastamento da qualificadora do feminicídio. Afinal, tratou-se de delito contra a mulher por razões da condição do sexo feminino, nos termos do art. 121, § 2º, VI, do CP, definido como tal a infração que envolva violência doméstica, conforme o art. 121, § 2º-A, I, do CP”, escreveu o relator em seu voto.

“Inegável que compete ao Tribunal do Júri dizer sobre a ocorrência ou não das qualificadoras atribuídas. Mas isto não representa que deva ser preservado o veredito quando manifestamente improcedente a compreensão exarada sobre tais circunstâncias, como na hipótese”, concluiu o magistrado.

O julgamento teve a participação dos desembargadores João Morenghi e Angélica de Almeida. A votação foi unânime.

Processo nº 0005404-10.2016.8.26.0022.

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