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Araçatuba

Bebê está internado na Santa Casa com suspeita de H1N1; pai dele morreu nesta quinta-feira no hospital

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Um bebê de um ano e oito meses está internado no isolamento da Santa Casa de Araçatuba com suspeita de H1N1. O pai dele, um homem de 24 anos, morreu nesta quinta-feira (16) com sintomas da gripe, mas o hospital informou que não há como confirmar se ele foi vítima da doença, porque ele teve uma parada cardiorrespiratória durante o tratamento e não foi colhido material para análise do Instituto Adolfo Lutz. Oficialmente, ele teve uma pneumonia viral não especificada.

O bebê deu entrada no Serviço de Urgência e Emergência da Santa Casa, nesta quinta-feira (16), às 17h35, com quadro clínico de broncopneumonia não especificada.

Ele segue internado recebendo medicações específicas para H1N1, com quadro clínico estável. Foi colhido material para a análise do Instituto Adolfo Lutz. Se confirmado, será o primeiro caso da doença em Araçatuba.

PNEUMONIA

O homem de 24 anos, morador no Condomínio Terra Nova, em Araçatuba, foi levado ao pronto-socorro municipal e encaminhado ao Serviço de Urgência e Emergência da Santa Casa, onde deu entrada às 11h35.

O homem, que trabalhava na construção civil, recebeu atendimento intensivo na Unidade e sofreu parada cardiorrespiratória durante o atendimento. O óbito foi registrado às 16h45.

VACINAÇÃO

A campanha de vacinação contra a gripe prossegue até o dia 31 deste mês. Em Araçatuba, 58 mil pessoas devem ser vacinadas.

Até o dia nove deste mês, 26.500 pessoas haviam tomado a vacina, o que equivale a 47% do público-alvo da campanha.

COBERTURA

O grupo dos trabalhadores da saúde tem o menor índice de cobertura vacinal, com 32%. Na sequência, estão os pacientes com doenças crônicas, com 37%.

Além destes, devem tomar a vacina crianças de seis meses até seis anos incompletos. Segundo a Vigilância Epidemiológica, 42,68% deste público foram imunizados.

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A maior cobertura é das puérperas (mamães que tiveram bebê há 45 dias): 94% delas já estão protegidas contra a gripe.

Os demais grupos, formados por gestantes, idosos e professores, apresentam cobertura vacinal de 48,72%; 52,39% e 47,69%, respectivamente.

 

 

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