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ato infracional

Adolescentes são flagrados vendendo cocaína perto de autoposto em Araçatuba

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Dois adolescentes foram detidos no momento em que vendiam pinos de cocaína perto de um autoposto na rua Aguapaí, bairro Vila Carvalho, em Araçatuba.

É a quinta apreensão de drogas no mesmo local em menos de três meses. A ação foi realizada por policiais militares da Força Tática na madrugada deste domingo (14).

Os menores, de 17 e 16 anos foram surpreendidos com 47 pinos de cocaína, além de R$ 70 em dinheiro, que seria proveniente do tráfico de drogas.

A dupla foi apresentada no plantão policial de Araçatuba. O caso de ato infracional de tráfico de drogas será remetido para a Vara da Infância e Juventude.

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Fonte:
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Homens armados assaltam joalheria em shopping de Araçatuba

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Imagem Ilustrativa

Dois homens armados assaltaram uma joalheira que fica no Shopping Praça Nova, no bairro Guanabara, em Araçatuba, no início da tarde desta quarta-feira (19). Os bandidos fugiram com uma bolsa contendo várias peças de joias. O valor subtraído ainda não foi divulgado.

De acordo com a polícia, os assaltantes entraram no shopping sem chamar a atenção. Na joalheria, os criminosos sacaram a arma e renderam uma funcionária, a proprietária do estabelecimento e um representante comercial que estava na loja no momento do crime.

Mediante ameaça de morte, os assaltantes exigiram que as peças fossem colocadas em uma bolsa. Um dos bandidos chegou a passar pelo balcão para roubar as joias.

Em seguida, a dupla saiu da loja e correu para uma porta que dá para a parte exterior do shopping. A Polícia Militar foi acionada e procura por pistas dos bandidos.

O helicóptero Águia realiza patrulhamento aéreo no bairro Guanabara e imediações. O caso será investigado pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais). A ocorrência está em andamento.

Denúncia

Informações sobre os envolvidos no assalto podem ser passadas à polícia por meio dos telefones 190 e 197. O denunciante não precisa se identificar.

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VIOLÊNCIA

Aposentado é agredido, assaltado e fica sem o carro após dar carona na Marcílio Dias

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Um aposentado de 73 anos foi assaltado após dar carona a um desconhecido na rua Marcílio Dias, em Araçatuba, quando estava abastecendo seu carro em um posto de combustíveis. O caso aconteceu no final da tarde desta segunda-feira e a vítima esteve ontem (18) na delegacia para comunicar o caso à polícia.

Ele disse que parou para abastecer quando um desconhecido pediu uma carona até o final da Marcílio Dias. Ele concordou em dar a carona ao homem, que era branco, tinha estatura mediana e trajava short azul e blusa de frio preta.

Ao chegar no final da Marcílio Dias o homem pediu para entrar na marginal, e em seguida sacou o revolver, anunciou o assalto e ordenou que parasse o carro, uma Picape Fiat Strada ano 2014.

O bandido mandou a vítima descer do carro e passou a lhe agredir com coronhadas. A vítima caiu. O ladrão roubou a carteira do aposentado com R$ 200 em dinheiro, talões de cheque além de um telefone celular, e depois fugiu com o carro da vítima sentido a Santo Antônio do Aracanguá.

Uma pessoa que passava pelo local ouviu os pedidos de socorro da vítima e parou para ajudar, acionando a Polícia Militar. A Polícia Civil vai investigar o caso.

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JUSTIÇA

Acusado de feminicídio é condenado a 18 anos de prisão

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Jhony Pereira Ramos foi condenado, pela Justiça de Penápolis, a 18 anos e seis meses de reclusão em regime fechado. Ele era acusado de matar a facadas a ex-companheira Gabriela Rosa da Silva, de 22 anos. O crime ocorreu em 1º de junho de 2017 em Avanhandava.

O júri foi realizado no Fórum, sendo presidido pelo juiz Marcelo Yukio Misaka e tendo a participação do promotor Vinícius Barbosa Scolanzi. A defesa do réu foi feita pelo advogado André Bazan Tarabini. Os trabalhos iniciaram às 9h30 e encerraram por volta das 13h. Na sentença, o juiz qualificou o crime como feminicídio. Ramos já respondia ao processo preso.

Ele se entregou a polícia no início de julho do mesmo ano. O caso ganhou repercussão nacional porque Ramos, além de fugir após o crime com o filho de cinco anos, ainda postou mensagens em redes sociais na internet pedindo desculpas pelo que fez.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, Ramos conviveu com a vítima por cerca de cinco anos e não aceitava o término do relacionamento. No dia do crime, ele foi até a casa dos pais de Gabriela a procura dela, dizendo que precisavam conversar. Ambos saíram do local e foram até a residência onde a vítima iria morar com o filho do casal, na rua Borba Gato, na Vila Tirintan.

Na época, segundo o que a reportagem havia apurado com familiares da vítima, o imóvel, bastante precário, havia sido conseguido emprestado até a jovem arrumar um emprego. Ela não chegou a dormir nem uma noite no local, que continha apenas um fogão, guarda-roupa e uma cama, tudo que tinha ganhado de parentes e amigos.

Durante o trajeto, vítima e réu começaram a discutir. No imóvel, após Gabriela se recusar em reatar o relacionamento, o réu, de posse de uma faca, golpeou-a 12 vezes, causando-lhe ferimentos. Em seguida, o réu deixou o local levando, além da faca, o menino. Ele passou na casa dos pais da vítima e sugeriu a eles que fossem até o local, pois Gabriela precisava de ajuda.

A mãe e a irmã foram até o imóvel e encontraram a jovem caída. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Ramos fugiu para Queiroz (a 57 km de Penápolis). Dias depois, a criança foi localizada em uma casa abrigo em Tupã.

REDES SOCIAIS
Enquanto esteve foragido, Ramos usou as redes sociais para falar sobre o caso. Em diversas postagens, ele reconheceu o crime e disse que não debateria com a sociedade, pois sabia que estava errado.

Diante disso, ele passou a receber críticas de internautas que acompanharam suas publicações. Em outra publicação, o réu postou uma frase pedindo para que seu filho o perdoasse.

Mais uma vez, ele escreveu um pequeno texto em sua página nas redes sociais, onde afirmava que sabia que as pessoas o achavam um monstro e acrescentou que se “tivesse sido uma traição a perdoaria e poderiam ainda estar juntos”.

Na mesma publicação, ele afirmou sentir muito pelo ocorrido, dizendo que ainda amava muito a vítima e que tinha “ficado com medo de nunca mais a tê-la, de ir preso um dia e ela ficar livre com outro”. Apesar do arrependimento, ele voltou a proferir ameaças, afirmando que “mataria vários para tê-la de volta” e que se tirassem seu filho de sua família “seriam dois a menos”.

Por fim, Ramos questionou o porquê que Gabriela tinha “dado ouvidos para amizades erradas a pessoas que fingiam ser amigas dela” e que ele teria sido usado pelo “inimigo” para ter uma reação totalmente errada. As publicações geraram revoltas dos internautas na época do crime. (Ivan Ambrósio/Jornal Interior).

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