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Indústria da região demite 800 trabalhadores em fevereiro

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A indústria da região de Araçatuba demitiu 800 trabalhadores no mês de fevereiro, segundo pesquisa da Fiesp/Ciesp (Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgada nesta terça-feira (19).

Este é o terceiro mês consecutivo em que há demissões no setor. Em janeiro, foram fechados 200 postos de trabalho. Mas nada se compara a dezembro, de longe, o pior mês para a empregabilidade na indústria, com 2.600 demissões.

O resultado de fevereiro, que apresentou resultado negativo de -1,57%, segundo a pesquisa, foi influenciado pelas variações negativas de Produtos Alimentícios (-3,70%) e Artefatos de Couro, Calçados e Artigos para Viagem (-0,08%), setores que mais influenciaram o cálculo do indicador total da região.

Segundo o diretor regional do Ciesp, Samir Nakad, o desempenho de fevereiro foi prejudicado pelas demissões realizadas por um frigorífico de Promissão. “Isso acabou repercutindo nos números de toda a região”, afirmou.

No ano de 2019, conforme o Ciesp, o acumulado é de -1,97%, o que representa uma queda de aproximadamente 1.050 postos de trabalho.

Já no período de fevereiro de 2018 a fevereiro de 2019, 2.550 trabalhadores foram demitidos na indústria, uma variação negativa de 4,73%.

 

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ciência

Unicamp: Pesquisadores desenvolvem repelente para tecidos e superfícies

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Além da prevenção ao surgimento da larva do Aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela, o uso do repelente também é um mecanismo importante de proteção. Com isso, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveram uma tecnologia que age como repelente para ser utilizada em roupas, tecidos e superfícies como paredes.

Vale destacar que a tecnologia, disponível para licenciamento, utiliza o mesmo tipo de repelente já existente no mercado, mas com liberação mais lenta, o que garante uma proteção prolongada.

“O diferencial é que, por meio de técnicas de laboratório, como polimerização em miniemulsão, conseguimos imobilizar o repelente DEET para que ele se evapore mais lentamente, já que um dos problemas dos produtos convencionais é que o composto se evapora rapidamente ou é absorvido pela pele, necessitando aplicações frequentes”, explica Liliane Ferrareso Lona, professora da Faculdade de Engenharia Química (FEQ) e responsável pela tecnologia.

“Ao ser aplicado sobre superfícies, incluindo tecidos, consegue-se uma liberação sustentada da substância para o ar por até doze horas”, acrescenta a docente. Em outras palavras, a tecnologia possibilita a encapsulação do DEET, já conhecido como um repelente eficaz de insetos, em partículas nanométricas de polímero.

“A restrição da evaporação dos compostos repelentes é possível com a introdução de uma barreira física entre eles e o ar. A encapsulação dessas substâncias e o uso como repelentes ambientais em tintas ou em impregnação de tecidos surgem como uma alternativa promissora que permite prolongar o efeito repelente dos compostos por meio da liberação sustentada”, revela Guilherme Martinate Gomes, aluno de pós-graduação e também responsável pela patente.

Vantagens

De acordo com os pesquisadores, um dos pontos altos da tecnologia é o fato de poder ser utilizado por crianças ou recém-nascidos, excluindo a necessidade de uso do repelente diretamente na pele. Mesmo que substâncias repelentes sejam eficazes com aplicação na pele em forma de loção, o uso é restrito e não há ação prolongada.

“Isso seria vantajoso no caso de alergias, ou para proteção de bebês, por exemplo, já que existem estudos que relacionam o DEET aplicado diretamente sobre a pele a doenças neurológicas”, afirma a professora. “O uso de repelentes de insetos é uma medida preventiva fundamental para que a transmissão de doenças como a dengue, malária e chikungunya seja evitada”, completa Guilherme Martinate Gomes.

Apesar da chegada dos meses mais frios do ano, várias regiões brasileiras têm notificado um aumento significativo nos casos de dengue. Cidades do Paraná e Bahia, por exemplo, já registram uma epidemia da doença que causada pelo Aedes aegypti.

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sem disputa

AME Cirúrgico em Araçatuba não afeta compromisso com Penápolis, afirma Prefeitura

Nota foi enviada pela administração na tarde desta segunda-feira, pela assessoria de imprensa do Executivo

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A Prefeitura de Penápolis se manifestou, na tarde de ontem (19), por meio de nota enviada pela assessoria de imprensa, sobre a instalação do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) Cirúrgico em Araçatuba, anunciado na noite de sexta-feira (16), pelo prefeito Dilador Borges (PSDB).

Segundo a administração, a implantação da unidade na cidade vizinha “não afeta o compromisso do governo estadual com o município”. O Executivo reforçou que o ambulatório para a cidade será incluído no orçamento em 2020, conforme “compromisso assumido em 6 de fevereiro, durante reunião entre o prefeito Célio de Oliveira (sem partido), o vice Carlos Alberto Feltrin (MDB) e os 13 vereadores”, na capital paulista.

A Prefeitura ainda ressalta que não existe ‘competição’ entre os municípios, pois trata-se de órgão de saúde que beneficia toda a região. O INTERIOR enviou e-mail a Secretaria Estadual da Saúde para comentar o assunto, mas até o fechamento desta edição não obteve retorno.

ANÚNCIO

Em vídeo gravado e compartilhado nas redes sociais, Dilador disse que recebeu uma ligação da diretora da DRS-2 (Departamento Regional de Saúde), Claudinéia Cecília da Silva, comunicando-o da conquista. Segundo ele, o governador João Dória (PSDB) autorizou a instalação do ambulatório.

A construção será ao lado do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) já existente no município. Penápolis pleiteava a unidade e, no ano passado, a instalação chegou a ser autorizada pelo ex-governador Márcio França (PSB).

Na época, a administração chegou alugar um prédio e o Estado contratou uma OS (Organização Social) para gerenciar o serviço. No entanto, ao assumir o cargo, Doria revogou a autorização de instalação, rompeu o convênio com a entidade e o Executivo teve que devolver o prédio.

A administração argumentou que, após a posse de Dória (PSDB), a pasta afirmou que o AME só seria instalado na cidade a partir de 2020, por falta de previsão orçamentária. Em nota enviada pela assessoria de imprensa, a secretaria informou que “está em tratativas com Araçatuba para a construção do ambulatório e que o projeto assistencial, assim como detalhes do local estão em desenvolvimento pela pasta”. (Jornal Interior)

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entrevista

Arlindo diz que se houver provas robustas CPI pode resultar em CP com afastamento do prefeito, antes da Justiça

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O Vereador Arlindo Araújo (PPS), autor do requerimento assinado nesta segunda-feira por ele e mais 11 vereadores, criando a CPI para investigar os contratos que aparecem no inquérito da Polícia Federal que resultou na operação #tudonosso, realizada na semana passada pela Polícia Federal, que investiga um esquema de desvio de recursos públicos nos últimos dois anos envolvendo contratos entre a Prefeitura e empresas em nome de pessoas ligadas ao sindicalista José Avelino Pereira, o Chinelo, de 64 anos, falou com a imprensa na noite desta segunda-feira no rápido intervalo da sessão ordinária da Câmara dos Vereadores.

Ele explicou que a CPI realizará um trabalho paralelo a investigação da Polícia Federal utilizando como base o que já foi levantado e divulgado pela PF. Segundo ele, os tramites judiciais são demorados devido a série de recursos previstos, sendo que a CPI pode agir com mais celeridade e inclusive pedir o afastamento do prefeito, por meio de uma Comissão Processante, antes da Justiça, que pode levar muito tempo não acontecendo até o final do mandato eletivo.

Arlindo explicou durante a entrevista que, se houver provas robustas, há possibilidade de se criar uma comissão processante e pedir o afastamento do prefeito antes de qualquer decisão judicial. Para isso é necessário aprovação de 2/3 dos vereadores, ou seja 10 votos favoráveis.

Arlindo ainda destacou que vai acompanhar de perto os trabalhos. Assista a entrevista:

Vereador Arlindo Araujo fala sobre instalação da CPI sobre operação da PF

Posted by Regional Press on Monday, August 19, 2019

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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