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Utilidade Pública

Procon-SP dá dicas na hora de contratar academia

Ideal é fazer pesquisa de preço nos estabelecimentos para saber se há negociação no valor da mensalidade ou horários promocionais

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Com a chegada do Verão, todo mundo quer estar em forma e com saúde para curtir a praia ou a piscina. Uma das opções para isso é começar a frequentar academia. Pensando nisso, o Procon-SP separou dicas para evitar problemas antes de fechar contrato com esses estabelecimentos.

1- Pesquise preços e condições do local

O ideal é fazer uma pesquisa de preço, visitando as academias para saber se há possibilidade de negociação no valor da mensalidade ou horários promocionais e para avaliar as condições dos equipamentos, da limpeza do local, dos vestiários e banheiros, bem como a ventilação de todos os espaços.

Conhecer previamente o estabelecimento, no horário que pretende frequentar, pode ser uma boa opção para ver se o fluxo de pessoas é compatível com a infraestrutura oferecida pela academia. Verifique também a qualificação profissional dos instrutores. Converse com eles para saber se a atividade escolhida atende suas expectativas

Pergunte se o lugar oferece uma aula teste, pode ser uma boa opção para fazer essa avaliação. Assim, você poderá contratar o serviço com mais tranquilidade.

2- Opte por lugares próximos

A escolha de uma academia mais próxima de sua casa ou local de trabalho ajuda a não ser vencido pela preguiça, que, em muitos casos, pode resultar em sucessivas faltas.

3- Consulte as formas de pagamento

Pergunte sobre as formas de pagamento possíveis, o valor das parcelas, a taxa de inscrição ou matrícula, quais os encargos no caso de atraso do pagamento e se haverá outros custos como taxa de exame médico e avaliação física. Algumas academias oferecem descontos em planos trimestrais, semestrais e anuais. Entretanto, é preciso oferecer também a opção de contratação mensal ainda que com um valor mais alto dos estabelecidos nos pacotes.

4- Compare descontos entre os pacotes

Não se influencie por descontos oferecidos em planos que fujam de suas necessidades, mesmo que apresentem valores bastante tentadores. Saiba dizer não e opte por um que se adeque aos seus horários e objetivos.

Para o desenvolvedor Juliano Marques, o preço foi um fator importante a hora de escolher a unidade. “Na hora de escolher onde fechar, o preço mais barato aliado à qualidade do local que eu estava pesquisando foram fatores decisivos depois de uma pesquisa bem intensa”, explicou.

5- Assinatura do contrato e cancelamento do serviço

Leia atentamente o contrato e esclareça suas dúvidas. Só assine depois de ter clareza do que está contratando. Para maior segurança, solicite que seja celebrado um contrato discriminando: dados pessoais dos envolvidos, preços, forma de pagamento, reajustes, horários, reposição de aulas, data de início e término e em que situação as partes poderão rescindir o acordo. Não deixe de obter informações sobre em quais condições o contrato pode ser suspenso, no caso de doença, férias etc.

As academias podem oferecer diferentes planos de serviços e formas de pagamento. Assim, é importante pesquisar muito antes de escolher onde você irá se exercitar. Segundo Ricardo Camilo, especialista em defesa do consumidor do Procon-SP, é importante exigir um contrato em que estejam descritas as condições da contratação e da prestação de serviço: “Leia o contrato com atenção e, se houver dúvidas, buscar esclarecimentos com o estabelecimento ou com um órgão de defesa do consumidor de sua cidade.”

Vale lembrar que, de acordo como o artigo 51 do Código de Defesa do Consumidor, as empresas não podem estabelecer obrigações abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada. Em caso de cancelamento do contrato pelo o aluno, as cláusulas contratuais devem ser respeitadas. O prestador de serviços pode reter parte do valor pago, mas multas abusivas são proibidas.

Camilo ainda alerta: “Em caso de multa rescisória, verifique como serão devolvidos os cheques pré-datados ou será feito o estorno e também devem ser verificado em quais condições o contrato pode ser suspenso, no caso de doença e férias, por exemplo.” Se enfrentar algum problema, procure o apoio do Procon mais próximo.

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CULTURA

Espetáculo de dança ‘O Crivo’ é encenado no teatro do Sesi de Birigui

Entrada é gratuita, mas é necessário reservar lugar antecipadamente. Apresentação está marcada para começar às 20h.

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Bailarinos apresentam espetáculo 'O Crivo' no Sesi de Rio Preto — Foto: Laysa Vasconcelos/Divulgação

O espetáculo de dança ‘O Crivo’ é encenado neste sábado (15), às 20h, no Sesi de Birigui (SP).

A apresentação aborda a transformação do dia a dia inspirada nas relações entre os brasileiros.

Durante o espetáculo, dois homens criam relações que só se revelam na medida em que atravessam suas histórias.

A entrada é gratuita, mas é preciso reservar lugar no teatro do clube antecipadamente pelo site.

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POLÍTICA

Bolsonaro critica decisão do Senado de sustar decreto de armas

Medida foi barrada em comissão, mas ainda passará pelo plenário.

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O presidente Jair Bolsonaro criticou hoje (13) a decisão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que rejeitou ontem (12), por 15 votos a 9, o relatório do senador Marcos do Val (Cidadania-ES), que era a favor do Decreto 9.875/19, editado pelo governo no mês passado. Entre outras medidas, o decreto de Bolsonaro ampliou a diversidade de calibres de armas de uso permitido, a quantidade de compra de munições e a extensão para 11 categorias profissionais o direito de porte de armas.

“Quem está perdendo não sou eu não. Eu tenho porte de arma porque eu sou capitão do Exército. Quem está perdendo é o povo que quer arma, esse povo que, em 2005, foi lá no referendo e votou pelo direito de comprar armas e munições e o governo do PT simplesmente ignorou, passou por cima disso”, disse Bolsonaro durante live semanal transmitida em sua página no Facebook.

O presidente gravou o vídeo em Belém, onde cumpriu uma agenda de inauguração de casas populares do programa Minha Casa inha Vda. Ele estava acompanhado, durante a transmissão, pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, e pelos deputados federais Marco Feliciano (Pode-SP) e Éder Mauro (PSD-PA).

O presidente atribuiu o resultado na CCJ à atuação dos partidos de esquerda. “Eles o tempo todo trabalham contra o direito de você, cidadão, ter uma arma”, disse. Bolsonaro defendeu as mudanças propostas e disse que o decreto é constitucional.

Com a derrota na CCJ, o Projeto de Decreto Legislativo que pretende sustar os efeitos do decreto de armas será votado pelo plenário da Casa, para onde a matéria segue em regime de urgência na tramitação. Nesse caso, o resultado da comissão serve apenas para instruir a discussão com os 81 senadores.

Caso a decisão da CCJ seja confirmada no plenário do Senado, por maioria simples, a proposta segue para a Câmara, onde será definido se passa por alguma comissão temática, como a CCJ, por exemplo, ou se vai direto a plenário.

Se o decreto editado por Bolsonaro também for rejeitado pelos deputados, o Decreto 9.875/19 perde o efeito imediatamente. Nesse caso, o Projeto de Decreto Legislativo deverá prever o que acontece com os que adquiriram armas respaldadas pelo decreto presidencial.

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Moro nega ‘anormalidade ou direcionamento’ em troca de mensagens com Dallagnol

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(FOLHAPRESS) – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, negou que nas mensagens trocadas com o procurador Deltan Dallagnol, divulgadas neste domingo (9) pelo site The Intercept Brasil, haja “qualquer anormalidade ou direcionamento” da sua atuação como juiz.

Mensagens atribuídas a Moro e a Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, mostram que os dois trocavam colaborações quando o ex-juiz estava à frente da 13ª Vara Federal de Curitiba.

De acordo com o site, o conteúdo das mensagens indica que Moro interferiu na atuação da força-tarefa, sugerindo que Dallagnol invertesse a ordem de operações e dando a ele pistas de investigação.

“Quanto ao conteúdo das mensagens que me citam, não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado, apesar de terem sido retiradas de contexto e do sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato”, diz Moro, em nota publicada na noite deste domingo.

O Intercept informou que obteve o material de uma fonte anônima, que pediu sigilo. O pacote inclui mensagens privadas e de grupos da força-tarefa no aplicativo Telegram de 2015 a 2018.

Em sua nota, Moro lamentou o que chamou de “falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores”.

O jornalista Glenn Greenwald, fundador e editor do Intercept Brasil, disse à Folha de S.Paulo que o site respeitará o direito ao sigilo da fonte que repassou as conversas e que, por isso, não pode detalhar a origem do material.
Ele afirmou, no entanto, ter “absoluto nível de confiança” na veracidade do conteúdo.

Greenwald disse ainda que a obtenção do material não tem nenhuma relação com a invasão, na terça-feira (4), ao celular de Moro. O próprio ministro afirmou que nenhuma informação foi roubada do aparelho.

“O arquivo que possuímos não tem nada a ver com esse episódio do hacker. Recebemos tudo semanas atrás. A fonte nos procurou há cerca de um mês”, disse o editor.

Mais cedo, em comunicado, a equipe de procuradores da operação chamou a revelação das mensagens de “ataque criminoso à Lava Jato” e disse que o caso põe em risco a segurança de seus integrantes.

A nota afirma que os membros do MPF (Ministério Público Federal) “foram vítimas de ação criminosa de um hacker que praticou os mais graves ataques à atividade do Ministério Público, à vida privada e à segurança de seus integrantes”.

“A violação criminosa das comunicações de autoridades constituídas é uma grave e ilícita afronta ao Estado e se coaduna com o objetivo de obstar a continuidade da Operação, expondo a vida dos seus membros e famílias a riscos pessoais”, diz o texto.

Leia a íntegra da nota de Moro:
“Sobre supostas mensagens que me envolveriam publicadas pelo site Intercept neste domingo, 9 de junho, lamenta-se a falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores. Assim como a postura do site que não entrou em contato antes da publicação, contrariando regra básica do jornalismo.

Quanto ao conteúdo das mensagens que me citam, não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado, apesar de terem sido retiradas de contexto e do sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato.”

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