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Mãe que matou e queimou bebê é denunciada por homicídio qualificado

A jovem, de 24 anos, foi denunciada por homicídio por motivo torpe, com emprego de asfixia e mediante recurso que impossibilitou defesa

Jovem suspeita de matar filho recém-nascido e colocar fogo no corpo - Foto: Divulgação/GIH

A mulher presa por matar e atear fogo no corpo do próprio filho recém-nascido, em Anápolis, a cerca de 55 km da capital goiana, foi denunciada pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) por homicídio com as qualificadoras de motivo torpe, com emprego de asfixia e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

A mãe, uma jovem de 24 anos, foi presa em flagrante e segue detida na Casa de Prisão Provisória de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital. As informações são do portal Metrópoles.

O crime ocorreu no último dia 8/5. Segundo o MPGO, foi apurado no inquérito policial que a jovem colocou o filho dentro de uma caixa de papelão e, usando uma manta, do tipo cobertor, preencheu os espaços do recipiente e escondeu o bebê em um cômodo nos fundos da casa em que morava.

Depois de quatro dias, por volta das 8h59 de 12 de maio, ela destruiu e ocultou o cadáver do filho. A mulher abandonou o bebê em um lote baldio no Bairro Residencial Cerejeiras e ateou fogo.

Momento em que, segundo polícia, mãe leva bebê em caixa de papelão para ser queimado em lote – Foto: Polícia Civil/Divulgação

A investigação apontou que a mulher, ao descobrir a gravidez, fruto de um relacionamento com o namorado, decidiu esconder o fato dos familiares. Conforme a denúncia, ela também tentou provocar aborto por várias vezes, chegando a utilizar medicamentos com essa finalidade, de uso proibido no Brasil. A jovem teria dito ao namorado que conseguiu abortar.

De acordo com o órgão, durante a gravidez, a jovem seguiu utilizando as mesmas roupas, já que ganhou pouco peso. Antes de dar à luz, no dia 3 de maio, ela contou para a mãe que se ausentaria em razão de compromissos e, para o namorado, teria dito que realizaria um tratamento médico, em razão de complicações de saúde provocadas pelo aborto.

A jovem ficou permaneceu no hospital até o dia 8 de maio. Após receber alta médica, a denunciada voltou para casa levando o filho recém-nascido, mas o abandonou no cômodo dos fundos do imóvel, sem qualquer tipo de alimentação.

Como detalhado na denúncia, depois de matar a criança por asfixia, levou o corpo do filho, dentro da caixa de papelão até o terreno, colocou álcool e ateou fogo. Ela foi filmada por câmeras de segurança e, logo que o cadáver da criança foi encontrado, a polícia solucionou o caso.

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