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SÃO PAULO

Polícial é preso após fazer refém no Aeroporto de Guarulhos

Homem, de 36 anos, trabalha há sete anos na Polícia Ambiental de Foz do Iguaçu; Segundo a PF, ele teve um surto e usou um lápis para ameaçar uma funcionária

A Polícia Federal prendeu um homem no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), após ele fazer refém uma funcionária da empresa aérea Gol no Terminal 2, no domingo (11). De acordo com a PF, o homem, que integra a polícia do Paraná, teve um surto. As informações são do G1.

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (12), pela Polícia Militar do Paraná (PM-PR), que destacou que ele “sempre foi considerado um excelente policial tanto por seu comandante imediato, quanto por seus companheiros de serviço”.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o homem exigia a presença dos agentes federais para se entregar. Na gravação, é possível ver a funcionária da Gol com as mãos para trás enquanto o homem a ameaça.

Segundo o G1, testemunhas relataram que ele estaria com uma faca, no entanto, a PF informou que o homem estava com um lápis. A PM-PR informou que o soldado libertou a funcionária refém após conversar com o comandante imediato dele, por vídeo-chamada, que o convenceu a soltá-la. Agentes da PF também negociaram com o homem, que se rendeu.

Em nota ao G1, a GRU Airport, concessionária que administra o aeroporto, informou que a “ocorrência foi controlada em poucos minutos pela Polícia Federal, em total segurança e não houve feridos”. “O incidente não impactou as atividades e as operações do aeroporto. O passageiro foi encaminhado para delegacia e as causas da ocorrência estão sendo apuradas pelas autoridades competentes”, diz a nota.

Já a Gol informou que “está dando todo o suporte necessário à colaboradora, que não sofreu quaisquer ferimentos e encontra-se bem”. “A Polícia Federal está no comando das investigações e a Companhia está à disposição para prestar todo o suporte necessário”, dia a nota da Gol.

Ainda conforme a empresa aérea, a “ocorrência ficou restrita à sala de embarque do aeroporto e o envolvido no caso não era passageiro da GOL em nenhum dos seus trechos de origem ou destino”.

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