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Final Feliz

PMs ajudam gestante a dar à luz em SP

A pequena Kauane veio ao mundo dentro da Estação CPTM Tamanduaí

Na última sexta-feira (5), próximo à data em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, duas policiais militares realizaram um parto e trouxeram ao mundo a pequena Kauane. A ação, que foi além de um atendimento para combater a criminalidade, aconteceu dentro da Estação CPTM Tamanduaí, na zona leste da capital. O caso foi divulgado nesta segunda-feira (8)

A 2ª sargento Cotting e o cabo Laércio, integrantes do 10º e 6º Batalhões de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), respectivamente, estavam em patrulhamento pela Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Militar (Dejem) quando foram acionados para atenderem a ocorrência de auxílio à gestante.

Os militares foram até a plataforma indicada e encontraram a mulher em trabalho de parto. Com ajuda de funcionários da CPTM e Metrô a gestante foi levada até um banheiro de funcionários da estação e, com apoio do 1º tenente Jonas e da soldado Estela, do 30º e 10º BPM/M respectivamente, foram aplicados os primeiros socorros.

Sargento Cotting, que há 24 anos integra o time de mulheres da PM do Estado de São Paulo, concilia a carreira policial, com a jornada de esposa e mãe e pela primeira vez auxiliou a trazer uma nova vida ao mundo. “Foi uma experiência maravilhosa, única. Eu tenho orgulho de servir [à PM]. Esse é o nosso trabalho, nossa vocação”, afirmou.

A militar e seus colegas de farda se preocuparam em proporcionar uma experiência digna à mãe e filha, então, se cercaram de cuidados com a privacidade e o mínimo de conforto possível. Em seguida, mãe e filha foram socorridas por uma equipe do (Samu) até o Hospital Ipiranga, onde foram atendidas por equipes médicas especializadas.

A policial conta que, à princípio, ficou um pouco apreensiva pois a neném não chorou de pronto. Foi preciso estimular, com uns tapinhas, para desobstrução das vias aéreas – procedimento ensinado nos cursos de formação da PMESP – e no final deu tudo certo. “São duas guerreiras! A primeira veio do Haiti para tentar uma vida melhor em nosso país e a outra, uma brasileirinha que nasceu com muita força de vontade”, completou a sargento.

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