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Pintor é preso com arma, drogas e produtos para fabricação de anabolizantes em Penápolis

Imóvel onde reside o investigado funcionaria como fábrica; ele pagou fiança de R$ 3,5 mil

Um pintor de 32 anos foi preso em flagrante, na tarde sábado (6), em Penápolis, por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. A pistola encontrada no local pertencia a um guarda municipal vítima de roubo e sequestro em 2019, em Araçatuba. Na casa onde reside, policiais militares encontraram produtos que seriam usados para a fabricação de anabolizantes. Ele pagou fiança de R$ 3,5 mil e responderá ao processo em liberdade.

Segundo o boletim de ocorrência, a equipe patrulhava pela cidade, quando avistou o investigado próximo de um posto de combustíveis na Vila Aparecida. Por haver denúncias de que o pintor estaria comercializando entorpecentes, anabolizantes e que teria uma arma, os militares o abordaram, não encontrando nada de ilícito em seu poder.

No entanto, o rapaz confessou que, dentro da carteira, havia uma porção pequena de cocaína, que seria para consumo pessoal e negou que estivesse vendendo drogas na cidade, autorizando que os PMs fossem até sua casa, na rua Prefeito Dr. Ênio Soliani, no Jardim Altimari, para realizar buscas.

Quartos

Em um dos quartos, os policiais encontraram duas porções de maconha, balança de precisão e diversos produtos que seriam usados para a fabricação de anabolizantes, bem como duas máquinas para cartões de crédito e débito. As buscas continuaram e, dentro de um saco de ração, localizada uma pistola calibre 380 com 11 munições intactas.

Em pesquisa, foi descoberto que a arma teria sido roubada em 8 de julho de 2019 em Araçatuba, onde um guarda municipal, na oportunidade, foi sequestrado e colocado no porta-malas de um veículo. O pintor, ainda segundo o BO, confessou a propriedade e que vendia anabolizantes por um aplicativo de mensagens na cidade e em outros municípios da região.

Sobre os entorpecentes, disse que eram para uso. O investigado recebeu voz de prisão em flagrante e foi levado ao plantão policial para prestar esclarecimentos. Na unidade, acompanhado por um advogado, confessou a prática dos crimes, dizendo que lucrava em torno de R$ 4 mil mensais com a venda dos anabolizantes.

Equipe do IC (Instituto de Criminalística) esteve no imóvel realizando perícia. Os materiais seriam enviados para a capital paulista, onde passarão por análise. O delegado plantonista arbitrou fiança para que respondesse ao processo em liberdade. Como a quantia foi paga, o pintor foi ouvido e liberado. (Por: Ivan Ambrósio)

 

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