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Enfrentamento ao coronavírus

Fase vermelha no Estado de São Paulo vai até 19 de março

Toque de recolher foi estendido para o período das 20h às 5h; antes, era das 23h às 5h

O Estado de São Paulo permanecerá na fase vermelha do Plano SP a partir deste sábado (6) até o dia 19 de março. Serão 14 dias na etapa mais restritiva do plano de flexibilização da quarentena, pois veta a abertura de restaurantes, academias, salões de beleza e outros estabelecimentos considerados não essenciais. As escolas públicas e privadas estão autorizadas a funcionar.

Além de passar todo o Estado para a fase vermelha, o governo aumentou o horário do toque de recolher, que valerá para o período das 20h às 5h. Antes, era das 23h às 5h.

A fase vermelha permite apenas o funcionamento de farmácias, padarias, mercados, bancas de jornal, postos de combustíveis, lojas de conveniência, hotelaria, lavanderias, transporte público, escolas, pet shops, bancos, além dos setores de segurança, construção civil, indústria, logística e comunicação social.

Os demais comércios, como bares e restaurantes, estão autorizados a oferecer delivery, drive-thru ou retirada na porta dos estabelecimentos. Já shoppings, academias, salões de beleza, cinemas e teatros estão entre os tipos de atividades restritas, sem permissão para funcionar. Parques também devem permanecer fechados.

Igrejas estão liberadas, mas é preciso que os religiosos e o público sigam os protocolos de prevenção, como uso de máscara, distanciamento social e uso de álcool em gel.

Colapso

A medida, anunciada no início desta tarde (3), visa impedir a transmissão do vírus e evitar o colapso no sistema hospitalar, após o aumento no número de casos, mortes e internações pelo novo coronavírus.

Segundo o governador, as duas próximas semanas serão as piores desde o início da pandemia, em março do ano passado.

Segundo dados do governo estadual, São Paulo tem 2.054.867 casos e 60.014 óbitos por covid-19. Na terça-feira (2), foram confirmadas 468 mortes causadas pela doença, o maior registro feito no Estado desde o início da pandemia.

A ocupação de UTI é de 75,3%, média que é 76,7% na Grande São Paulo. Em leitos de enfermaria, a taxa é de 56,8% em todo o Estado, enquanto é de 63,5% na região metropolitana da capital.

Na região de Araçatuba, duas cidades estão com 100% de ocupação dos leitos de UTI. Ilha Solteira e Birigui, que têm dez leitos para pacientes graves cada, estão com todos ocupados.

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