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FORÇA-TAREFA

Blitze dispersou 454 aglomerações na capital paulista em semana de feriado prolongado

Festa clandestina foi flagrada em casa noturna na Estrada de Taipas, na Zona Sul de São Paulo, na noite deste domingo (28).

A força-tarefa do Governo do Estado e Prefeitura de São Paulo dispersaram ao menos 454 aglomerações na capital paulista neste final de semana. Apenas na noite de sábado (27), foram 350 aglomerações.

Este foi o primeiro final de semana da recesso sanitário – feriado prolongado na capital com o objetivo de combater a disseminação do coronavírus.

Na noite deste domingo (28), uma festa clandestina foi flagrada em uma casa noturna na Estrada de Taipas, na Zona Sul de São Paulo. Os responsáveis pelo evento e testemunhas foram encaminhadas para o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC). Foram formalmente apreendidos equipamentos de som e 3 máquinas de cartões de débito/crédito.

Também na noite deste domingo, moradores registraram imagens de um pancadão na Brasilândia, na Zona Norte da capital, na Rua padre Achiles Silvestre. A força-tarefa é formada pelo Procon, Secretaria de Saúde , Vigilância Sanitária e Prefeitura de São Paulo.

Um médico denunciou em vídeo publicado na noite deste sábado (27) uma uma festa clandestina que acontecia com som alto ao lado de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) voltada para vítimas da Covid-19 em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo.

O relato do profissional identificado como o Nelson Müzel viralizou nas redes sociais.

No vídeo de cerca de três minutos, Müzel conta que a unidade tem 73 pacientes internados, entre casos graves e não graves. Ele caminha cerca de 50 metros entre a porta da UPA – localizada na Vila Carmosina – e o estacionamento, onde o som de uma festa clandestina é muito alto. Segundo o médico, o barulho impossibilita a comunicação entre as equipes e os pacientes dentro da unidade.

“Isso é uma falta de respeito com a gente, que está aqui dando o sangue para promover pra esses pacientes qualidade de vida. Estamos trabalhando em condições insalubres. Isso é insustentável. A gente já está num nível de saturação que não dá pra aguentar”, afirma Müzel.

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