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Ex-prefeito de Araçatuba perde R$ 32 mil em golpe de cartão

Ele entregou o cartão a um homem após passar, por telefone, todos os dados e inclusive sua senha bancária

Imagem Ilustrativa

Um ex-prefeito de Araçatuba, hoje com 77 anos, foi vítima de um golpe conhecido como “Golpe do motoboy” ou “Golpe do cartão clonado” e perdeu R$ 32 mil. O caso aconteceu no dia 13 deste mês, depois que recebeu um telefonema de uma pessoa se passando por funcionário de uma central de cartões, a qual questionava se ele estaria efetuando uma compra em São José do Rio Preto.

A vítima procurou a polícia para registrar a ocorrência e relatou que recebeu um telefonema que seria da Central de Cartões do Bradesco, indagando se havia efetuado compras junto às Lojas Americanas de São José do Rio preto, além de uma despesa no cartão de débito. O ex-prefeito disse que não, que realmente desconhecia tal operação, momento que foi orientado a cancelar seu cartão e fazer certos procedimentos, e para que isso fosse concretizado, tinha que telefonar para um telefone que estava no verso do cartão de Crédito da Caixa Econômica Federal.

Assim que ligou, foi prontamente atendido por uma pessoa, que durante a conversa acabou solicitando senhas e informações privadas, e após colhidas tais informações, ainda disponibilizou uma pessoa para ir buscar referidos cartões (débito e crédito) ,pois eles seriam disponibilizado para perícia da polícia, onde seria efetuado um B.O. assim como um laudo bastante circunstanciado do Cartão.

Nesse tipo de golpe, na realidade, o golpista não havia desligado o telefone e continuava na linha. Quando a vítima acredita estar fazendo uma nova ligação, na realidade ele continua falando na ligação anterior.

O golpista ainda orientou a vítima a entregar o cartão e uma carta tipo declaração em que contestava os débitos registrados, e que era para o mesmo colocá-los dentro de um envelope, onde iria depositá-los num malote, o qual seria lacrado na sua frente. Após 20 minutos um homem apareceu em frente a residência da vítima com uniforme de cor preta sem logotipo, com um crachá da Febraban, com um número inscrito no uniforme, 3545, conforme tinha descrito o interlocutor, via fone.

Em nenhum momento a vítima desconfiou que estava caindo num golpe. Dois dias depois, no momento que foi efetuar o pagamento de alguns boletos, soube que seu saldo estava negativo, e percebeu que haviam realizado transações totalizando R$32 mil.

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