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Vacinas

Área técnica da Anvisa recomenda aprovação da CoronaVac; decisão cabe aos diretores

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) iniciou às 10h10 deste domingo (17)

Divulgação Governo de SP

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) iniciou às 10h10 deste domingo (17) a reunião que vai decidir sobre os pedidos de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 apresentados pelo Instituto Butantan e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Saiba o que já aconteceu na reunião:

  • Diretor-presidente fez fala inicial na abertura: “A nossa chance, a nossa melhor chance nesta guerra passa, obrigatoriamente, por uma mudança de comportamento social, sem a qual, mesmo com vacinas, a vitória não será alcançada.”
  • Gerente de medicamentos exibiu dados apresentados no pedido do Butantan;
    Estatístico da Anvisa informou que eficácia da Coronavac é de 50,4%, em percentual arredondado;
  • Gerente de medicamentos falou de incertezas sobre a vacina, como poucos idosos testados e sem informação de todos os pacientes sobre os intervalos entre a primeira e a segunda dose;
  • Gerência-Geral de Medicamentos da Anvisa recomendou a aprovação do uso emergencial da Coronavac, “condicionada ao monitoramento das incertezas e reavaliação periódica”. Diretores ainda precisam votar o tema;
  • Gerente de medicamentos exibiu dados apresentados no pedido da Fiocruz;

O pedido do Instituto Butantan, apresentado em 8 de janeiro, é referente a 6 milhões de doses importadas da vacina Coronavac, produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac. O instituto também desenvolve a vacina no Brasil.

Já o pedido da Fiocruz, também do dia 8, é referente a 2 milhões de doses importadas do laboratório Serum, da Índia, que produz a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford (Reino Unido) e pelo laboratório AstraZeneca. A Fiocruz também desenvolve a vacina no Brasil.

Na abertura da reunião, o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, disse que é preciso mudar o comportamento social em razão da pandemia.

“O inimigo é um só. A nossa chance, a nossa melhor chance nesta guerra passa, obrigatoriamente, por uma mudança de comportamento social, sem a qual, mesmo com vacinas, a vitória não será alcançada”, declarou.

Em seguida, o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos, Gustavo Mendes, iniciou a exposição da análise da equipe técnica sobre as vacinas.

Na sexta (15), o grupo farmacêutico União Química informou ter pedido à Anvisa a autorização para uso emergencial da vacina russa Sputnik V. O pedido foi devolvido pela agência por falta de “requisitos mínimos” e não é analisado na reunião deste domingo.

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