Oi, o que você está procurando?

Sem provas

Bolsonaro diz “ter fontes” que comprovam fraude nas eleições dos EUA

Presidente garante ter "fontes de informações" que podem comprovar supostas irregularidades na eleição americana deste ano, que resultou na vitória de Joe Biden

(Mar a Lago - Flórida, 07/03/2020) Presidente da República Jair Bolsonaro acompanhado do Senhor Presidente dos Estados Unidos Donald Trump, posam para fotografia. Foto: Alan Santos/PR

Sem apresentar provas, o presidente Jair Bolsonaro disse, neste domingo (29/11), que a eleição presidencial dos Estados Unidos deste ano foi irregular.

Aliado de Donald Trump, que saiu derrotado do pleito, o chefe do Palácio do Planalto disse não ter dúvidas de que houve fraude e garantiu ter “fontes de informações” que comprovam as suas suspeitas.

Sem apresentar provas, o presidente Jair Bolsonaro disse, neste domingo (29/11), que a eleição presidencial dos Estados Unidos deste ano foi irregular. Aliado de Donald Trump, que saiu derrotado do pleito, o chefe do Palácio do Planalto disse não ter dúvidas de que houve fraude e garantiu ter “fontes de informações” que comprovam as suas suspeitas.

Neste domingo, Bolsonaro disse que vai esperar “um pouco mais” para se posicionar. “Se ela (eleição) foi suficiente para definir um ou outro, eu não sei. Eu estou aguardando um pouco mais, que lá seja decidido pelos estados, pela justiça eleitoral deles e quem sabe pela Suprema Corte no final”, comentou o presidente, se esquecendo de que não há uma autoridade eleitoral a nível nacional nos Estados Unidos.

Derrotas de Trump

A campanha de Trump já sofreu mais de 20 derrotas judiciais em sua tentativa de negar o resultado das eleições de 3 de novembro. A mais recente aconteceu neste fim de semana, quando a Suprema Corte da Pensilvânia rejeitou um recurso do republicano.

A demanda apresentada exigia a anulação dos votos por correio ou a invalidação de todos os votos e deixar aos legisladores do estado a escolha do vencedor na Pensilvânia.

O tribunal rejeitou as duas demandas por unanimidade e considerou a segunda de proposta “surpreendente”, pois solicitava ao tribunal “privar todas as 6,9 milhões de pessoas que votaram na Pensilvânia”.

Os comentários aqui não refletem a opinião do site, e são de responsabilidade do autor. O comentário NÃO É PUBLICADO automaticamente em seu Facebook, fique tranquilo!
ANUNCIANTE
26