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AMÉRICA LATINA

Argentina aumentará frequências de voos para o Brasil a partir de dezembro

Acordo do governo com Aerolíneas Argentinas aumenta de 25 para 39 voos para três capitais

No ano passado, a Argentina recebeu quase 1,5 milhão de brasileiros; durante os meses de janeiro e fevereiro, pré-pandemia, foram 295.497 turistas oriundos do Brasil, número 4,6% a mais do que o mesmo período do ano passado. Para aumentar mais ainda esses números, o Instituto Nacional de Promoção Turística (Inprotur) anunciou, em live com a Embaixada da Argentina no Brasil, que a partir de 13 dezembro o número de voos para o Brasil passará de 25 a 39, graças a um trabalho conjunto do governo com as Aerolíneas Argentinas.

Em dezembro, a Aerolíneas Argentinas aumenta voos semanais de 7 para 14 para São Paulo (dois diários), de dois para sete para o Rio de Janeiro (um voo diário) e dois voos semanais, às quartas-feiras e aos sábados, para Salvador. As novas frequências se somam a sete da Latam, cinco da Gol, três da Turkish e um da Ethiopian para Buenos Aires.

“O Brasil é o foco estratégico mais importante para a Argentina, sendo a maior fonte de turistas para o nosso país. Do Inprotur, estamos abertos a trabalhar em conjunto com a Embaixada e consulados para promover a chegada de turistas brasileiros a médio e longo prazos. Sabemos que podemos fazer e temos como objetivo”, declarou Ricardo Sosa, secretário-executivo do Inprotur.

A Argentina reabriu as fronteiras para turistas de países vizinhos, inclusive o Brasil, a partir de 2 de novembro. No momento, o país está desenvolvendo ações promocionais para 2021 e, fundamentalmente, para conectividade aérea para atrair um nùmero maior de brasileiros. Para entrar no país, o brasileiro precisa apresentar teste negativo para Covid-19 realizado até 72 horas antes do embarque e seguro-viagem com cobertura para doença.

Com 44,5 milhões de habitantes, a Argentina registrou 1.399.418 milhão de casos confirmados de Covid, com 1.226.649 recuperados e 37.941 mortos. Até o mês passado, a Argentina era um dos países do mundo com menos casos de coronavírus, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins, em Londres, mas nas últimas semanas ultrapassou Espanha, México, Chile, Peru e Colômbia.

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