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PARANÁ

Primeiro exame não aponta causa da morte de ex-ginasta

IML diz que resultado foi inconclusivo. Família de Ana Paula Scheffer suspeita de infarto.

Foto: Arquivo Gazeta do Povo

O primeiro exame feito para definir a causa da morte ex-atleta da seleção brasileira de ginástica rítmica Ana Paula Scheffer foi inconclusivo, informou o Instituto Médico Legal (IML) do Paraná neste sábado (17). Por isso, o corpo da ex-atleta passará por um novo exame. A família suspeita de infarto.

A ex-ginasta foi encontrada morta na sexta-feira (16), em Toledo, na região oeste do Paraná. Ana Paula tinha 31 anos, foi medalhista nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007, e trabalhava atualmente como técnica.

Familiares acreditam que a ex-ginasta tenha sofrido um infarto fulminante. A Polícia Científica é responsável pelos exames que vão apontar a causa da morte.

O velório de Ana Paula Scheffer será feito a partir das 10h30 deste sábado, na cripta da Catedral Cristo Rei, em Toledo. O sepultamento deve acontecer na tarde de domingo (18), na mesma cidade.

Morte

Segundo a família, Ana Paula Scheffer estava deitada na cama do quarto quando foi encontrada, por volta das 12h de sexta-feira pela mãe dela, Sonia Scheffer.

De acordo com a mãe, a filha não estava doente e não reclamava de dores no corpo.

“Ela era uma menina muito alegre, muito querida. Nunca me deu trabalho, era muito amorosa. Foi nosso orgulho, meus dois filhos são orgulhos para mim. Vai ser mais difícil, porque parece que é um sonho o que estou passando. A hora que cair a ficha vai ser difícil”, disse a mãe.

Trajetória

Ana Paula Scheffer começou a treinar quando era criança na equipe de ginástica rítmica de Toledo. Ela representou o município em várias competições nacionais e internacionais, com destaque na categoria individual.

Enquanto jovem, conquistou medalhas em campeonatos paranaenses e brasileiros, integrou a Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica de 2005 a 2015.

À época, participou de quatro campeonatos mundiais, além dos Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro.

Após encerrar a carreira como atleta, passou a atuar como técnica da equipe na cidade vizinha, em Cascavel.

Segundo a equipe de ginástica rítmica de Toledo, Ana Paula era exigente e dedicada. Atualmente, ela estava colhendo os primeiros resultados com alunas dela no pódio, em competições brasileiras e sul-americanas.

Em 2011, a atleta foi homenageada pela Câmara de Toledo com a Medalha Willy Barth, pela dedicação e conquistas no esporte brasileiro e mundial como representante da cidade.

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