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investigação

Piloto que levou líderes do PCC à morte diz que agiu após ter sido torturado

Imagem: Reprodução/STJ

O piloto de helicóptero Felipe Ramos de Morais, responsável por transportar os líderes do PCC, Gegê do Mangue e Paca, para uma emboscada, disse que agiu após ter sido torturado por integrantes da facção no Guarujá em 13 de janeiro de 2018, um mês antes do crime. As informações são do UOL.

A mãe e  advogada do piloto, Mariza Almeida Ramos Morais, incluiu as imagens de lesões e hematomas no corpo de Felipe em petição feita no habeas corpus protocolado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para soltura do filho.

Mariza disse que o traficante Wagner Ferreira da Silva, conhecido como Cabelo Duro, e responsável por ordenar a morte dos líderes do PCC, ameaçou matar o piloto se ele deixasse de prestar serviços para a facção criminosa. Na ocasião, Felipe não denunciou as ameaças porque tinha medo.

Segundo a petição, 12 dias após as torturas, Cabelo Duro o ameaçou novamente e disse que a família do piloto seria ameaçada se ele deixasse de prestar serviços.

Segundo a Polícia Civil e Ministério Público, Gegê do Mangue e Paca foram mortos no dia 14 de fevereiro de 2018 por desvios de dinheiro do PCC. Uma semana depois, Cabelo Duro foi morto a tiros. Após o crime, Felipe fugiu para Portugal e foi preso em maio de 2018.

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