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MG

Polícia encontra cabeça de mãe esquartejada; filho é o principal suspeito

Imagem ilustrativa

Depois de encontrar parte do corpo desmembrado de uma mulher, a polícia civil conseguiu achar a cabeça da vítima em Belo Horizonte, em Minas Gerais, no último sábado (26), conforme apuração do jornal O Tempo.

A mulher foi esquartejada e teve seus restos mortais depositados em uma mala. O principal suspeito do crime é o filho da vítima, um homem, de 30 anos.

Conforme versão da polícia, o suspeito teria pago R$ 50 para que um motorista levasse o corpo da mãe e dispensasse o corpo da vítima em um bairro na capital mineira. O assassinato só foi descoberto na última sexta-feira (24), quando os restos mortais foram encontrados.

“O perito conseguiu encontrar no local do crime um manuscrito da vítima com o nome e a participação dela no EJA (Educação de Jovens e Adultos). Os policiais militares e civis conseguiram identificar câmeras de circuito de segurança que identificaram o carro que deixou a mala”, explicou a delegada titular do inquérito, Adriana Rosa, da Delegacia de Homicídios de Santa Luzia.

Ainda segundo a policial, a Saveiro tinha uma propaganda que fazia carretos e foi possível chegar até o motorista, em Santa Luzia. O condutor do veículo contou à polícia que foi procurado por um vizinho que pediu o carreto pelo valor de R$ 50. Ainda conforme o homem, o suspeito foi quem transportou a mala e outros objetos para caçamba do carro.

“Chegando ao local em que a mala foi deixada, o autor pediu que o motorista parasse para deixar aqueles pertences para que outras pessoas, eventualmente, pegassem. Chegamos a identificação dele e a prisão foi realizada dentro de uma igreja no bairro Londrina, em Santa Luzia”, detalhou a policial.

Ao ser confrontado, o homem se atrapalhou ao explicar o ocorrido. Para a polícia, familiares da vítima relataram que o suspeito tem transtorno mental e já teve conflitos com a mãe por diversas vezes.

“Nós ainda não sabemos qual foi o start do dia para a motivação desse crime cruel. A família ainda está no processo de absorção de tudo que aconteceu e não foi nos passado detalhadamente o tipo de transtorno que ele tem. Acreditamos que o crime tenha acontecido de quinta para sexta-feira”, afirmou Adriana.

“Ele vai responder por homicídio qualificado, a gente não sabe ainda como se deu o fato, mas dá para imaginar um recurso que dificultou a defesa da vítima. A gente não sabe ainda se foi por algum meio cruel, as circunstâncias em que ocorreu. As investigações continuam”, finalizou a delegada.

O homem chegou passar por consulta psicológica, acompanhado da irmã, um dia após o ocorrido com a mãe. Ele não disse nada sobre o episódio para o profissional.

Além da suspeita do crime, o filho da vítima já possui ficha criminal. Ele já respondeu por uso de documento falso e estupro de vulnerável. Por este último chegou a ficar preso por dois meses e meio em 2012.

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