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caça e venda de macaco-prego

2º Batalhão Ambiental resgata aves que eram mantidas em cativeiro e cães com sinais de maus-tratos em Cafelândia

Na mesma data, em Birigui, um homem foi autuado pela caça e venda de macaco-prego

A Polícia Militar Ambiental deflagrou, nesta quarta-feira (24), operação para o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra investigados pelo crime de caça de animais silvestres. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Cafelândia e Birigui, no interior do Estado, resultando no resgate de duas aves e cães, bem como na apreensão de materiais utilizados na prática ilícita. Um homem, ainda não localizado, foi autuado pela captura e venda de macaco-prego.

Os trabalhos em campo foram realizados por equipes do 2º Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb). Em um dos imóveis, na avenida Manuel Lopes, em Cafelândia, os PMs apreenderam 17,5 quilos de carne de capivara misturada com carne bovina, um chifre de veado, 27 medicamentos de uso veterinário, dois sacos de veneno, 11 seringas, rede de caça, duas armadilhas, duas fisgas de ferro, três facas e dois rádios comunicadores.

No local, também foi encontrado um canil contendo seis cães com sinais de maus-tratos. Eles estavam feridos, sem água e comida e em um ambiente insalubre. Todos os animais foram recolhidos pelo setor de zoonoses do município.

Outro mandado foi cumprido na mesma cidade, em uma casa na rua Pedro Raimundo de Oliveira. No local, foram recolhidos cinco quilos de carne de jacaré e paca, laços artesanais, um dichavador, papeis de seda, dois celulares e R$ 462,25. No imóvel também foram encontradas e apreendidas duas aves mantidas em cativeiro.

A terceira ordem judicial foi cumprida em Birigui, contra um homem responsável pela caça e venda de macaco-prego. Ele não foi localizado no endereço, assim como também não foram encontrados animais no local.

Contudo, sua identificação e autuação foi possível de ser realizada por meio de provas colhidas nas redes sociais. Em um dos anúncios do suspeito, ele mostra um macaco-prego capturado e levado para São Paulo. Em um áudio, ele fala que lixa os dentes do animal para que não machuque as pessoas.

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