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Governo adia, mais uma vez, data da 2ª parcela do auxílio emergencial

Marcello Casal JrAgência Brasil

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, não cumpriu a promessa de divulgar nessa sexta-feira (8) o calendário para pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600,00, que está atrasada há mais de dez dias. Com isso, os brasileiros vão passar o fim de semana sem saber quando irão receber o auxílio. O anúncio das datas deverá ser feito na próxima semana pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Nem Lorenzoni nem Bolsonaro deram explicações sobre o atraso no pagamento. O início dos depósitos da segunda parcela estava previsto para começar no dia 27 de abril. Depois, o governo federal alegou que era preciso liberar crédito extra para o programa, porque o número de beneficiários superou as expectativas.

O ministro da Cidadania disse que “todo o esforço que estamos fazendo é para que a segunda parcela possa ser paga já na próxima semana”. Ele alegou que o pagamento da segunda e da terceira parcela do auxílio emergencial será feito de forma muito mais ágil, visto que o governo já tem a base de dados dos brasileiros que têm direito aos R$ 600.
SAQUES ESPAÇADOS
A Caixa Econômica Federal, responsável pela operacionalização do pagamento, tem defendido que essa segunda parcela seja paga de uma forma diferente. Para evitar a formação de novas filas nas agências bancárias, a Caixa defende que os saques sejam espaçados. Ou seja, com um intervalo entre cada grupo de pagamentos. Os grupos devem ser definidos de acordo com o mês de nascimento de cada trabalhador.

CORREIOS

Onyx informou também que uma parceria com os Correios está prestes a ser anunciada. Segundo o ministro, a ideia é que a empresa auxilie pessoas que não têm acesso à internet a fazer o cadastro para receber o benefício. O auxílio está previsto para ser pago em três parcelas até junho. Mesmo quem não recebeu a primeira parte e se enquadra nos pré-requisitos do auxílio poderá receber as três parcelas.

NÚMEROS

De acordo com o ministro, cerca de 96,9 milhões de pessoas acessaram o aplicativo da Caixa para tentar obter o auxílio. Destas, cerca de 50,5 milhões foram consideradas elegíveis e 32 milhões, inaptas para receber o benefício. Parte dessas pessoas tentou fraudar o direito ao crédito.

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