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PANDEMIA

Carreata protesta contra a instalação de hospital de campanha em Penápolis

Grupo pediu a reabertura do comércio local e criticou empréstimo de R$ 11 milhões feito pela Prefeitura para recape

Mobilização foi contra a instalação do Hospital de Campanha no prédio da antiga Unimed - Foto: Rafael Machi/Diário de Penápolis/Colaboração

Uma manifestação em forma de carreata, convocada pelo grupo denominado ‘Direita Penápolis’, reuniu na noite de segunda-feira (18), um grande número de veículos para protestar contra a instalação do Hospital de Campanha no prédio onde funcionou uma unidade da Unimed.

O grupo ainda pediu a reabertura do comércio local e criticou a aprovação de uma linha de crédito de R$ 11 milhões para a Prefeitura aplicar em recapeamento asfáltico. Além disso, os participantes pediam que os investimentos aplicados no Centro de Referência da Covid-19 fossem direcionados para a Santa Casa e não na estrutura que, antes, poderia ter abrigado o AME (Ambulatório Medico de Especialidades) Cirúrgico.

A movimentação, antes programada para o dia 11, foi transferida a pedido da Polícia Militar, conforme explicou Rafael Sonsino em uma live no Youtube. Ele disse que, por conta da grande adesão ao movimento e, para evitar aglomerações, a corporação solicitou a mudança.

CARREATA

Um carro de som puxou a carreata, que saiu do Parque Santa Leonor e foi até a Câmara de Vereadores, emitindo palavras de ordem. Na frente da sede do Legislativo, um dos participantes convocou os parlamentares para que deixassem a sessão e fossem conversar com o grupo, enquanto os motoristas buzinavam.

Sonsino, que é um dos participantes do ‘Direita Penápolis’, comentou que os integrantes não são contra os projetos e investimentos para conter a pandemia da Covid-19, mas não concordam com a forma que isso está ocorrendo. Ele ainda frisou que os recursos usados no prédio poderiam ser enviados para a Santa Casa.

“Essa história está mal contada para a população”, alertou. Sonsino lamentou que pessoas tentam imputar ao grupo e a ele argumentos de que estariam contra a cidade e a população, frisando que o hospital teria espaço e estrutura para abrigar os 30 leitos que foram para o Centro de Referência.

COMÉRCIO

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Ainda durante o ato na frente da Câmara, os participantes pediram a abertura do comércio, investimento na Santa Casa e não no, como denominam, “teatro do covidário”. O financiamento de 11 milhões feitos pela Prefeitura, para recapeamento, foi classificado como um endividamento desnecessário para a cidade, principalmente pelo tempo de pagamento.

O prefeito Célio de Oliveira (sem partido) disse, durante a apresentação do Boletim Coronavírus nas redes sociais, que não comentaria sobre a manifestação. (Por Carlos Netto)

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