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MASSACRE

Soldado que matou 26 pessoas na Tailândia foi morto

A polícia da Tailândia informou neste domingo (9) que matou a tiros o soldado que assassinou 26 pessoas e deixou outras 57 feridas em ataques a tiros neste sábado (8) na cidade de Korat, a cerca de 250 quilômetros de Bangcoc.

Segundo o primeiro-ministro Prayut Chan-ocha, 8 feridos seguem em estado grave e 25 já tiveram alta.

“Um incidente assim nunca havia acontecido na Tailândia, e esperamos que nunca volte a acontecer”, afirmou Chan-ocha.
O premiê afirmou ainda que um ‘problema pessoal’ por conta da venda de um imóvel teria sido o motivo do ataque do militar.

Ataque
De acordo com a imprensa da Tailândia, os disparos ocorreram por volta das 15h30 no horário local (5h30, no horário de Brasília) em uma base militar e em seguida em um shopping, chamado Terminal 21.

O militar, identificado como Jakrapanth Thomma de 32 anos, atirou primeiro contra o próprio comandante e outros companheiros. Depois, roubou armas e munição e fugiu em um carro, o qual dirigiu até o centro da cidade, onde fica o centro comercial.

Ele invadiu o local por volta das 18h (8h, em Brasília). Ao chegar ao shopping, o militar começou a atirar indiscriminadamente com um fuzil de assalto contra pedestres e automóveis.

Em seguida, entrou no edifício e continuou a disparar, enquanto centenas de pessoas corriam apavoradas. Depois, tentou fugir, mas não teve êxito.

Cerca de seis horas após o atirador iniciar o massacre, as forças especiais conseguiram entrar e controlar parte do edifício para liberar dezenas de pessoas que estavam escondidas longe do alcance do atirador.

O shopping amanheceu cercado por policiais e militares. Por volta de 9h deste domingo (23h de sábado em Brasília), mais de 17 horas após o início do massacre, o militar foi morto.

Post na internet
De acordo com a agência Reuters, o atirador havia feito uma publicação em sua página no Facebook um dia antes com o texto: “A morte é inevitável para todos”. Ele ainda aparece em uma imagem segurando uma arma. Pouco antes de abrir fogo, ele também escreveu na rede social: “Deveria desistir?”. A página não está mais acessível.

Imagens e vídeos publicados nas redes sociais mostravam cenas de pânico e pessoas fugindo apavoradas sob o barulho dos disparos de uma arma automática.

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