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investigação

Mulher de Viçosa pode ser 11ª vítima de “doença misteriosa” após consumir cerveja

Vítima deu entrada no Hospital Municipal São João Batista na quinta-feira (9) e disse ter consumido a cerveja Belorizontina

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Uma mulher de Viçosa, na região da Zona da Mata mineira, pode ser a 11ª vítima de “doença misteriosa” chamada pelas autoridades como síndrome nefroneural. O caso foi notificado pela Prefeitura do município na última sexta-feira (10), mas a Secretaria de Estado de Saúde (SES) ainda não confirma. As informações são do jornal O Tempo.

Em nota, a prefeitura de Viçosa informou que a paciente deu entrada no Hospital Municipal São João Batista na quinta-feira (9) “com um quadro clínico de doença renal e que a mesma afirma ter consumido cerveja Belorizontina (Backer)”.

Ainda segundo a assessoria da prefeitura, a imprensa local apurou junto a familiares que a paciente teria comprado a cerveja e consumido o produto durante uma viagem para a cidade de Guarapari, no Espírito Santo. Mas, a informação ainda não foi confirmada.

De toda forma, a Secretaria Municipal de Saúde informou que, como medida cautelar, iniciou uma fiscalização em estabelecimentos que poderiam estar comercializando a cerveja e que não encontrou cerveja dos lotes L1 1348 e L2 1348 – que estão sendo recolhidos por suspeita de contaminação com a substância dietilenoglicol. Ainda segundo o órgão, até o momento, nenhuma cerveja da marca foi encontrada nos estabelecimentos da cidade, nem mesmo de outros lotes.

Pelo menos outras dez pessoas, que teriam adquirido a cerveja em supermercados do bairro Buritis, na região Oeste de Belo Horizonte, passaram mal após o consumo. As vítimas apresentaram sintomas como insuficiência renal aguda e alterações neurológicas e, em três delas, os resultados de exames sanguíneos acusaram a presença da substância dietilenoglicol. Um dos pacientes não resistiu e morreu na noite da última quarta-feira (8), em Ubá, na Zona da Mata mineira. Outros nove continuam internados.

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Após exames preliminares da Polícia Civil de Minas Gerais confirmarem a presença da dietilenoglicol na cerveja Belorizontina, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento dos lotes  L1 1348 e L2 1348 e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) interditou temporariamente a cervejaria Backer – fabricante da Belorizontina.


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Fonte:
Jornal O Tempo
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