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JUSTIÇA

Pedagogo acusado de estupro tem prisão preventiva decretada pela Justiça

Ele é investigado após praticar sexo oral com um adolescente de 13 anos num banheiro público

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Imagem ilustrativa


O pedagogo de 27 anos, acusado de estupro de vulnerável, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Durante cumprimento ao mandado, policiais militares o encontraram, na tarde de domingo (1º), na rua Brasil, na Vila Paraíso, em Penápolis. O rapaz é investigado após praticar sexo oral com um adolescente, de 13, no banheiro de uma praça na região central da cidade.

O caso ocorreu em maio. O pedagogo, que é servidor municipal, foi flagrado pelo pai da vítima durante o ato. Ele teria passado pela praça, quando viu a bicicleta do garoto estacionada próximo ao banheiro público. Ao entrar, viu o rapaz praticando o ato sexual no filho. Na manhã seguinte, ele procurou a polícia para informar o que havia ocorrido.

Com o fato, o acusado teve sua prisão temporária de 30 dias decretada, sendo detido por investigadores da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) na sede da Prefeitura, onde ele estaria prestando serviços. Um mês depois, o jovem foi solto para responder ao processo em liberdade.

Na época, o juiz responsável entendeu que não havia requisitos legais para que fosse decretada a prisão preventiva contra ele, negando o pedido da Polícia Civil e do Ministério Público.

Além do crime de estupro de vulnerável, o MP também pediu à Justiça a prisão do pedagogo pelo crime de armazenar vídeos pornográficos envolvendo crianças e adolescentes, já que o laudo apresentado pelo IC (Instituto de Criminalística) sobre perícia feita no celular mostrou que ele armazenava este tipo de material.

Se condenado, sua pena pode chegar a 23 anos de detenção. Além deste crime, o pedagogo é investigado desde o ano passado sob suspeita de ter abusado de outros cinco estudantes em uma escola municipal. O rapaz nega todos os casos. Após ser capturado pela PM, foi encaminhado para a cadeia de Pereira Barreto, estando à disposição da Justiça.

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SINDICÂNCIA
Em nota, a Prefeitura informou que o pedagogo, na primeira prisão, apresentou atestado de licença médica, com validade até 17 deste mês e que, seguindo orientação do jurídico, a sindicância se mantém suspenso neste período. “Após o julgamento, caso seja considerado culpado pelas acusações, o servidor enfrentará o processo administrativo para sua dispensa do quadro municipal”, destacou. O Executivo reforçou que se tem colocado à disposição da Justiça e da polícia para colaborar na apuração dos fatos e dado respaldo psicológico aos envolvidos e familiares. (Por: Ivan Ambrósio – Jornal Interior)

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