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Sucuri de aproximadamente seis metros é capturada

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Uma sucuri de aproximadamente seis metros de comprimento foi capturada no batalhão da 3ª Companhia Independente da Polícia Militar (PM), em Piracanjuba, região Sul de Goiás. O animal, deixado no local por um fazendeiro, foi solto em uma reserva da região na tarde deste domingo (24).

Segundo informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros, um fazendeiro da zona rural da cidade encontrou a cobra nas proximidades da casa dele. O homem, então, decidiu levar a sucuri, que estava se alimentando de animais domésticos, até o batalhão da PM no município.

Os militares da PM, por sua vez, acionaram a equipe dos Bombeiros, que fizeram a soltura do réptil. A corporação utilizou técnicas de captura e contenção de animais silvestres e resgatou o animal que não apresentava sinais de ferimentos.

Depois do resgate, a sucuri foi libertada nas proximidades do Rio Meia Ponte a aproximadamente 20 km da cidade.

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POLÍTICA

Congresso mantém veto a propaganda partidária na TV e no rádio

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Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Congresso Nacional manteve, na noite desta terça-feira (3), o veto presidencial à recriação da propaganda partidária semestral na televisão e no rádio. A votação ocorreu em sessão conjunta da Câmara e do Senado.

O veto chegou a ser derrubado pelos deputados, mas foi mantido no Senado, por uma margem estreita.

Para ser derrubado, um veto precisa ter maioria absoluta em ambas as Casas – 41 votos no Senado e 257 votos na Câmara. Entre os deputados, foram 277 votos pela derrubada do veto, mas no Senado foram apenas 39, mantendo assim o veto presidencial.

A propaganda partidária na TV e no rádio foi extinta em 2017. Eram propagandas veiculadas semestralmente pelos partidos, fora do período eleitoral. De acordo com parlamentares favoráveis ao veto, a medida custaria R$ 460 milhões por ano aos cofres públicos.

Partidos como o Novo, autor do destaque, Podemos e Rede se posicionaram a favor do veto. Já os partidos maiores, muitos do chamado “centrão”, foram derrotados.

O destaque seguinte propunha a manutenção do veto sobre o uso do fundo eleitoral para pagamento de multas eleitorais. Além disso, o destaque, apresentado pela Rede, também defendia a manutenção de outro veto presidencial – o que impedia mudanças nas condições de inelegibilidade, no contexto da Lei da Ficha Limpa.

Vários partidos então – como PT, PL, PSD, Republicanos, PSDB, PSB, PDT, DEM, Solidariedade e PCdoB – obstruíram a votação, obrigando o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre, a encerrar a sessão.

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POLÍTICA

Aliança com o Bolsonaro e dente de R$ 157 mil podem gerar expulsão de Feliciano do Podemos

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Um dos principais aliados do presidente Jair Bolsonaro, o deputado Marco Feliciano (SP) corre o risco de ser expulso do Podemos.

O partido deve concluir até o fim do mês um processo contra o parlamentar. Um dos casos em análise pelo conselho de ética da legenda é o gasto de R$ 157 mil com um tratamento odontológico reembolsado pela Câmara, revelado pelo jornal O Estado de SP em agosto.

Na época, o parlamentar argumentou que precisava corrigir um problema de articulação na mandíbula e reconstruir o sorriso com coroas e implantes na boca.

Durante a campanha, Feliciano declarou apoio a Bolsonaro, apesar de o partido ter um candidato próprio: o senador Alvaro Dias.

A possível saída forçada de Feliciano ocorre dentro da estratégia do Podemos de se afastar do “bolsonarismo” e se firmar como a sigla da Lava Jato.

O partido tem atraído parlamentares da centro-direita descontentes com o governo e, só no Senado, passou de cinco para dez parlamentares nos últimos meses – a segunda maior bancada. Como mostrou o Estado, o crescimento tem incomodado aliados do presidente.

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