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“jornalismo ideológico”

Luciano Hang suspende publicidade em intervalos de 6 programas da Globo

O empresário da rede, Luciano Hang, afirmou ter interromper as campanhas por conta do "jornalismo ideológico" da TV

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A rede de lojas Havan suspendeu campanhas publicitárias nos intervalos de seis programas — entre eles quatro jornalísticos — da Rede Globo. O comunicado foi publicado nesta quinta-feira (07/11/2019) nas redes sociais do diretor da empresa, Luciano Hang.

Simpático ao atual presidente Jair Bolsonaro (PSL), o Hang afirma na nota que não compactua com o “jornalismo ideológico” e alguns programas da emissora. “Estamos sendo cobrados pela sociedade e nossos clientes”, prossegue.

A suspensão de campanhas ocorre nos intervalos do Bom Dia Brasil, Jornal Hoje, Jornal Nacional, Jornal da Globo, Malhação e Caldeirão do Huck. A Havan vai manter as propagandas nas afiliadas e jornais locais, “que ainda informam a sociedade de uma forma mais isenta e conservadora”.

“Enquanto esses programas prestarem um desserviço à nação e irem contra os valores da família brasileira, não voltaremos a anunciar”, explica o comunicado. Em seguida, garante que as eleições do passado mostraram que a maioria dos brasileiros quer mudança.

Procurada, a empresa não revelou se houve perda ou ganho de valores na medida anunciada.

Veja o comunicado completo:

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POLÍTICA

Bolsonaro decide criar novo partido, diz revista

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) vai mesmo migrar para um partido a ser criado, do zero, por ele. A decisão do presidente de deixar o partido pela qual se elegeu foi antecipada por VEJA há pouco mais de um mês e deve ser anunciada aos parlamentares da sigla.

Reportagem de VEJA desta semana mostra como presidente e seus aliados pretendem viabilizar uma legenda para concorrer às eleições municipais de 2020.

Para garantir a criação em tempo recorde, o grupo pretende lançar mão, inclusive, de um aplicativo para amealhar apoios.

A assessoria jurídica de Bolsonaro também trabalha para evitar que os parlamentares leais ao presidente deixem o partido sob risco de perderem seus mandatos, além de garantir a transferência dos recursos partidários e tempo de TV que o PSL passou a ter direito depois que se tornou a segunda maior banca da Câmara dos Deputados.

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ação civil pública

MP denuncia a Taurus por venda de armas defeituosas para as polícias da Paraíba

Para o Ministério Público da Paraíba, armas defeituosas são uma ameaça à ação policial. Empresa brasileira pode ser obrigada a desembolsar R$ 6 milhões em multa e em indenização.

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Imagem Ilustrativa

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu uma ação civil pública contra a Taurus, ao denunciar que a a empresa de fabricação de armas vendeu armamento defeituoso para as forças de segurança da Paraíba, num prejuízo calculado em R$ 3 milhões. A ação de 13 páginas é datada de 4 de novembro, mas só foi tornada pública pela instituição nesta segunda-feira (11).

Munido de depoimentos de policiais civis paraibanos, de teste do Exército Brasileiro e de relatório da Secretaria de Segurança e Defesa Social do Governo da Paraíba, o Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial do MPPB conclui que as pistolas vendidas pela Taurus “são uma ameaça à atividade policial, pois não merecem confiança, podendo, em uma ação policial, falhar, seja dando pane, seja efetuando disparo sem o acionamento do gatilho, e ocasionar um incidente fatal”.

Ao todo, seriam 1.408 armas adquiridas pela Polícia Civil e 321 adquiridas pela Polícia Militar que estariam com problema e, logo, deveriam ser substituídas ou ressarcidas em seus valores integrais. Um problema, aliás, que segundo a ação civil pública “vem causando pânico nos agentes policiais”.

O MPPB pede a condenação da Taurus e quer que a empresa seja obrigada ou a ressarcir o valor de R$ 3 milhões pagos por parte do Governo da Paraíba pelo armamento ou substituir todas as armas defeituosas sem custos adicionais. Para além disso, foi pedido, a título de danos morais coletivos, uma multa não inferior a R$ 3 milhões. Se a empresa de armamento for condenada, portanto, ela poderá ter que desembolsar R$ 6 milhões.

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