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massacre

Família de mórmons é morta em emboscada no México

Corpos de algumas vítimas foram encontrados carbonizados. Comunidade mórmon denuncia ação do narcotráfico na região

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Ao menos três mulheres e seis crianças, cidadãs dos Estados Unidos, foram assassinadas por um grupo de homens armados a caminho de um casamento mórmon. Segundo informações do jornal Daily Mail, as vítimas eram de uma importante comunidade mórmon americana instalada no norte do México há mais de um século. Os líderes da comunidade denunciaram o massacre.

O líder mórmon e ativista Julián Lebarón declarou à imprensa mexicana que os bandidos agem na região de Rancho de la Mora, na divisa entre os estados de Sonora e Chihuahua, na fronteira com os EUA. Na emboscada, ele perdeu a prima, Rhonita Maria LeBaron, e quatro sobrinhos.

Ele relata que a mulher seguia com o marido e os filhos quando foram abordados. “Atiraram e queimaram sua caminhonete. Foi um massacre”, comentou ele. Os corpos foram encontrados carbonizados.

Os criminosos sequestraram outras duas caminhonetes que eram conduzidas por mulheres. Cerca de nove menores de idade seguiam com elas. Horas depois, os dois veículos foram localizados com as duas mulheres mortas a tiros, assim como dois menores de idade, um menino e uma menina, que também morreram.

As outras crianças conseguiram fugir e voltar para casa, uma delas baleada. A comunidade mórmon acionou a polícia para localizar outra menor de idade que teria se escondido em um bosque próximo.

Ainda não se sabe a autoria dos crimes. De acordo com informação preliminar das investigações, a maioria das vítimas tem dupla nacionalidade, mexicana e americana. As comunidades mórmons vivem afetadas pela violência ligada ao narcotráfico e são atacadas brutalmente por denunciar grupos criminosos.

Os membros da família Lebarón são cidadãos americanos que vivem em uma comunidade mórmon fundamentalista na região de fronteira há décadas.

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tecnologia

Usuários do WhatsApp relatam instabilidades no aplicativo

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O WhatsApp apresentou problemas mais uma vez nesta segunda-feira (11). Usuários de todo o mundo estão reclamando de dificuldades para acessar o mensageiro, com focos principalmente em Shenzhen, na China, em várias áreas da Europa, leste dos Estados Unidos e sudeste brasileiro.

De acordo com o site DownDetector, os relatos de problemas começaram por volta das 12h (de Brasília). As principais reclamações são de dificuldades no envio de mensagens (49%), acesso (30%) e falha geral (20%).

Muitos usuários também reclamam nas redes sociais que não conseguem cadastrar com um novo número de telefone. Ao tentar ingressar, recebem a mensagem “temporariamente indisponível. Tente novamente em 5 minutos”. Alguns até reclamam de mensagem informando terem sido banidos.

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AMÉRICA LATINA

Manifestantes invadem e saqueiam casa de Evo na Bolívia

Vídeo mostra cômodos revirados e paredes pichadas

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Manifestantes saquearam uma casa do ex-presidente da Bolívia Evo Morales na noite deste domingo (10).

Imagens divulgadas pelo jornal El Deber mostram dezenas de pessoas dentro do imóvel, que teve os cômodos revirados e as paredes pichadas com xingamentos como “filho da p…”.

Imagem da casa de Evo Morales em Cochabamba, que foi invadida após sua renúncia, em 10 de novembro de 2019 — Foto: Associated Press

Em seu perfil no Twitter, Morales denunciou que “grupos violentos” assaltaram sua residência. “Os golpistas que assaltaram minha casa e a de minha irmã, incendiaram residências, ameaçaram ministros e seus filhos de morte e humilharam uma prefeita agora mentem e nos culpam pelo caos e violência que eles provocaram”, escreveu o ex-presidente.

Manifestantes encapuzados também invadiram a Embaixada da Venezuela na Bolívia. A Colômbia pediu uma reunião de emergência do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) para discutir a crise.

A OEA detectou fraudes na eleição presidencial de 20 de outubro, o que fez Morales convocar um novo pleito. Apesar disso, pressões das Forças Armadas, da Polícia, da oposição nas ruas e até de sindicatos pró-governo o forçaram a renunciar.

Todos os integrantes da linha sucessória também entregaram seus cargos, e a Bolívia está sem comando no momento. A Constituição determina que uma eleição seja convocada em até 90 dias no caso de a vacância da Presidência não ser preenchida pelo vice ou pelos mandatários do Senado ou da Câmara.

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