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AMÉRICA LATINA

Colômbia volta a ter protestos após toque de recolher

Ao menos uma pessoa ficou gravemente ferida durante manifestação em Bogotá. Itamaraty parabenizou governo de Iván Duque por 'garantir ordem pública'.

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Manifestantes ocupam o Parque Hippie, em Bogotá, neste sábado (23) — terceiro dia de protestos na Colômbia — Foto: Luisa Gonzales/Reuters


Manifestantes retomaram neste sábado (23) os protestos na Colômbia, no terceiro dia de manifestações no país. Houve confronto, e ao menos uma pessoa ficou gravemente ferida, segundo a imprensa local.

De acordo com o jornal “El Tiempo”, uma pessoa gravemente ferida foi atendida com trauma cranioencefálico e lesões no tórax. A Procuradoria da Colômbia abriu investigação para apurar o que ocorreu com o suposto manifestante.

Policiais tentaram dispersar os manifestantes no Parque Nacional, em Bogotá, com gás lacrimogêneo. Ainda assim, por volta das 22h20 (de Brasília), a imprensa colombiana relatava haver “panelaços” na capital.

A pauta dos protestos na Colômbia é extensa — vai de insatisfações contra a condução da economia no país a críticas aos planos de segurança pública do governo do presidente Iván Duque.

Após onda de violência e saques entre quinta e sexta-feira, que terminaram com três mortes e dezenas de civis e policiais feridos, Duque decretou toque de recolher em Bogotá na noite seguinte. Pela manhã e no início da tarde, a capital da Colômbia estava tranquila.

Em discurso na noite de ontem(23), Duque anunciou a antecipação de uma série de diálogos com grupos políticos para tentar reverter a crise no país.

“Amanhã iniciaremos uma conversa nacional com prefeitos e governadores eleitos de todo país. E ao longo da semana, continuaremos os diálogos com diferentes setores da sociedade”, afirmou.

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