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LITERATURA

Araçatubense lança ‘ENTRETANTOSCANTOS’, livro de poemas da juventude à maturidade

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O escritor araçatubense Reynaldo Mauá Júnior, 69 anos, lança, na próxima terça-feira (12), o livro “ENTRETANTOSCANTOS”, que reúne poemas de temas diversos escritos desde a juventude até outros bem recentes. A noite de autógrafos será no Quintal Cultural, a partir das 20h. No dia seguinte, às 19h30, no teatro Paulo Alcides Jorge, o escritor tomará posse na Academia Araçatubense de Letras (ALL).

Apesar de “ENTRETANTOSCANTOS” ser o primeiro livro individual de poemas, Reynaldo Mauá Júnior tem escritos publicados em algumas coletâneas, como nas “Experimentâneas 12 e 13” de 2018 e 2019, na “Antologia Poética de Pinheiros”, de 1988, que reuniu escritores do famoso bairro paulistano onde o araçatubense morava então, “Antologia Concurso Nacional de Novos Poetas”, de 2017, e “Antologia de Textos publicados na imprensa local”, de 2019.

A outra obra individual de Mauá Júnior é um livro técnico dirigido ao público acadêmico, intitulado “Planejamento Escolar: o Futuro Antecipado”, de 2018. O conteúdo do livro é o somatório da dissertação de mestrado e da tese de doutorado em Educação. O escritor é matemático de formação, com especialização em Pedagogia.

GÊNEROS

O autor de “ENTRETANTOSCANTOS” transita por vários gêneros literários, embora tenha se iniciado com poesia, fortemente influenciado pelo indiano Rabindranath Tagore, por volta dos 12 anos de idade. Depois que tomou gosto pela escrita em versos, Carlos Drummond de Andrade e Affonso Romano de Sant’Anna são s­uas referências.

Os primeiros poemas foram publicados na revista Cinelândia editada pelo saudoso jornalista Genilson Senche no final dos anos 1960 e distribuída gratuitamente nas portas dos cinemas. “Foi em 1968”, recorda o poeta, que é do tempo em que os jovens escreviam versinhos para as amadas: “Depois continuei escrevendo, geralmente para as namoradinhas, e só voltei a publicar nas coletâneas”. O apego aos versos ele atribui à formação de matemático, pois tanto a métrica poética como a ciência exige poder de síntese.

Hoje, Mauá Júnior lê de tudo e vários autores, inclusive os locais, faz questão de ressaltar. Além de “ENTRETANTOSCANTOS”, ele tem material para mais um livro de poemas, e outros escritos nos formatos de crônicas, contos e microcontos. Há dois anos passou a integrar o Grupo Experimental da Academia Araçatubense de Letras, ao qual atribui a viabilização do sonho de novos autores.

“ENTRETANTOSCANTOS” tem prefácio de Hélio Consolaro e foi publicado pela Editora da AAL com financiamento do “Programa de Fomento à Cultura – 2019”, da Prefeitura/Secretaria Municipal da Cultura de Araçatuba. Para obter o financiamento, o projeto de publicação da obra foi aprovado pelo Conselho Municipal de Políticas Culturais.

FICHA TÉCNICA:

Obra: ENTRETANTOSCANTOS

Autor: Reynaldo Mauá Júnior

Gênero: Poemas

Capa e ilustração: Raíssa Belmonte Mauá

Editora: Academia Araçatubense de Letras (AAL)

Páginas: 174

Preço: R$ 20,00

Noite de Autógrafos: 12/novembro/2019, às 20h

Local: Quintal Cultural, Rua Cussy de Almeida, 2.088, em Araçatuba

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Fonte:
Assessoria de Imprensa
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EUA

Cientistas descobrem novo tipo da infecção “devoradora de pele”

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Imagem ilustrativa

Após estudarem uma infecção bacteriana que estava a corroer os tecidos de um paciente, médicos das Universidades de Maryland e do Texas, nos Estados Unidos, descobriram um agravante de uma doença já conhecida. Um artigo sobre o caso foi publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences.

A fasceíte necrosante, como é chamada, é uma condição que há muito é conhecida pela comunidade médica e ocorre por conta de uma infecção severa provocada pela bactéria Streptococcus pyogenes. Este microrganismo é comum no sistema digestivo, mas, quando entra em contacto com outras áreas do corpo, devora a pele, os órgãos e o que mais estiver à sua frente, com o intuito de se instalar na corrente sanguínea.

Entretanto, os testes indicaram que a infecção havia sido causada por um outro microrganismo, denominado Aeromonas hydrophila. O quadro clínico evoluiu rapidamente, espalhando-se pelo baço e pelo fígado e tornando-se uma ameaça à vida do paciente.

Tal intrigou os médicos, que decidiram avaliar a composição genética dos microrganismos que atingiam o doente e surpresa! Como relataram num comunicado à imprensa, explicam que a infecção não se deu por uma, mas duas cepas diferentes de bactérias do género Aeromonas, denominadas de NF1 e NF2.

Normalmente, a cepa NF1 permanece localizada e não atinge a corrente sanguínea ou os órgãos, sendo eliminada pelo sistema imunológico do hospedeiro. Já a NF2 produz uma toxina que quebra o tecido muscular e permite que o microrganismo se espalhe pelo corpo da vítima.

O problema, entretanto, ocorreu porque as duas espécies agiram ao mesmo tempo. “Uma das linhagens [NF2] produz uma toxina que quebra o tecido muscular e permite que a outra linhagem [NF1] migre para o sistema sanguíneo e infecte os órgãos”, explicou Rita Colwell, cientista responsável pelo caso.

Além disso, a equipa de médicos apurou que a NF2 permanece localizada e não se espalha pelo corpo, pois, quando entra em contacto com NF1, acaba por morrer. “Agora, temos a capacidade (…) de determinar os agentes infecciosos individuais envolvidos em infecções polimicrobianas”, disse Colwell.

A especialista espera que isso ajude os investigadores a desenvolverem métodos mais poderosos de combate a esses organismos, salvando mais vidas. “Quando tratamos com um determinado antibiótico, estamos a eliminar um organismo do corpo”, explicou a especialista. “Mas se houver outro organismo que esteja a participar na infecção e que também seja patogénico, qualquer tratamento com antibióticos que não atinja essa outra espécie pode estar a abrir caminho para que esta se desenvolva”.

Após o diagnóstico ter sido realizado, o paciente pôde ser tratado pelos médicos e teve de ser operado. Embora lhe tenham sido amputadas ambas as pernas e ambos os braços, conseguiu sobreviver.

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CIÊNCIA

Os gatos ficam “chapados” com a famosa “erva do gato”?

A famosa “erva do gato” deixa os bichanos meio estranhos, como se estivessem drogados. Entenda o que realmente acontece no cérebro deles

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Se você é pai ou mãe de gato, provavelmente já se deparou com uma ervinha interessante nas prateleiras de pet shops. Em inglês ela é conhecida como catnip, mas por aqui se chama erva do gato. Os donos colocam essa planta na ração ou em brinquedos para acalmar os pets.

O interessante é o efeito que a erva tem nos bichos, que lembra a maconha ou outras drogas em humanos. Ela deixa os gatos saltitantes, brincalhões, mais ativos e bem engraçados. Depois que o efeito passa, eles normalmente relaxam e dormem.

Mas a erva do gato não tem nada a ver com maconha. Ela é uma planta chamada Nepeta cataria, que faz parte da mesma família do orégano e do manjericão. A erva libera nepetelactona, o composto responsável por atiçar os gatos quando eles cheiram a planta.

A molécula entra em contato com com receptores nos focinhos dos gatos, que por sua vez mandam uma mensagem para o cérebro. Dentre outras áreas, a nepetelactona altera principalmente o hipotálamo, responsável por regular as emoções do bicho. Isso gera as alterações de comportamento que os donos podem observar.

Mas o que acontece dentro do cérebro? Os cientistas não conseguem afirmar se o mecanismo é o mesmo das drogas em humanos, mas existem algumas pistas. Alguns estudos sugerem que a molécula atua nos receptores opióides, os mesmos que incorporam substâncias derivadas do ópio. Elas são usadas para diminuir a dor, mas também podem gerar euforia quando ingeridas em grandes quantidades.

A naloxona é um composto capaz de bloquear esses receptores. “Quando os gatos inalam a erva e em seguida recebem naloxona, eles param de se comportar de maneira eufórica, o que indica que o efeito pode estar nos receptores opióides” diz o pesquisador Bruce Kornreich, da Universidade Cornell, em entrevista ao LiveScience.

A maioria dos gatos é suscetível aos efeitos da erva. Estima-se que de 70% a 80% deles apresentem comportamentos bizarros depois de cheirar. E eles não são os únicos. Outros felinos, como leopardos e leões, também se sentem tentados pelo cheiro. A erva é usada como isca por caçadores para atrair os animais.

Apesar de a erva ter efeito parecido ao de uma droga, não há nada que mostre que ela faça mal para a saúde do gato se utilizada com moderação. A erva também não vicia e nem cria tolerância — ou seja, não há perigo de o seu gato assaltar sua carteira para comprar cada vez mais erva.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998